terça-feira, 25 de abril de 2017

O que é o mundo hoje?

Desde que sou criança pensava nas descobertas do futuro, todos tentavam adivinhar como seria o mundo pós "2000". Desde o grande " Big Bang" apocalíptico das máquinas ao fim da raça humana, fizeram tudo para tentar descobrir e nada aconteceu.

O mais aventado em todos os filmes, era que seria um período em que os robôs falariam e estariam fazendo coisas de humanos. Voaríamos em máquinas tipo Os Jetsons e falaríamos por interfones como Star Trek. Pois bem... 2017 e nenhuma máquina fala comigo normalmente.

Nenhum protótipo esta executando meus serviços.

O que os cientistas não previram, foi o surgimento das redes sociais. E pelo qual todas as demais plataformas de comunicação a seguiriam por por consequência.

O pulo foi tecnológico sim, já esperado, mas a descoberta foi de conhecimento. Criamos por definição uma imensa base de dados, chamada Google. E, nessa base, nos apropriamos do passado, presente e toda literatura, ideia, concepção da raça humana.
Um Einstein que foi o último gênio, do tipo gênio mesmo, sem sombra de dúvida, demorou sua vida toda para alcançar o conhecimento que hoje temos numa consulta rápida da Google. Não ficamos mais inteligentes do que o Einstein, mas com toda certeza não enfrentamos as mesmas dúvidas dele. Toda sua experiência é perfeitamente possível de ser estudada. Um jovem nosso de boa escola, bons estudos, resolve tão rápido essas equações quanto ele. Nós podemos opinar sobre quase tudo hoje em dia. O que não sabemos, podemos averiguar. Os grandes cientistas, pensadores e idealizados erraram nos seus apontamentos. Achavam que seria uma ERA das máquinas... Pois bem, não surgiu a Skyline do Exterminador do Futuro. E pensado bem, acho difícil qualquer novidade no campo robótico, qualquer coisa que diga óooo que coisa nova!!! Até porque tudo que está surgindo por aí, rapidamente se espalha e ficamos sabendo. A grande e real descoberta foi a possibilidade de integração social que as redes facilitaram. Tornaram a Fofoca algo global e possível de ser feita em qualquer linguagem. Talvez o próximo gênio do século 21 nos impulsione para coisas além planeta Terra. Porque daqui o mundo não sai mais.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Reseta suas escolhas erradas

Sobre a menina que se jogou de um prédio semana retrasada.
E o PM que deu um tiro na própria cabeça;
E uma senhora de 70 anos que se programou, antes de se enforcar, pra não deixar a família na mão;.
Sobre o enfermeiro que tomou anestésico e cravou uma faca no pescoço, e deixou um áudio com os dados da conta bancária para pagar o funeral;
Sobre o casal de namorados que se suicidaram no hotel no fim de semana;
Sobre crianças e adolescentes que encontram uma saída pra depressão em um jogo de Suicídio...

Enfim, sobre tantos e tantos novos casos que estão se acumulando ao longo dessa crise sem precedentes.

Eu posso dizer uma coisa:

Reseta seu modo de vida. Mas reseta mesmo!!!
Muda tudo. Se não existe um só amigo para te consolar ou pegar na mão para te levar para algum lugar que te ajude ou tenha uma orelha para te ouvir, acabe que com todas essas amizades fúteis. Porque só tem duas coisas que ao meu ver, estão erradas. Seu modo de vida ou suas escolhas. Se no seu modo de vida, você trata as pessoas como objetos. Seus valores então - estão todos errados! E suas perdas e desilusões são coerentes com o que você plantou. Mas, se o caso for porque suas amizades são legais, então é você que está completamente errado. precisa mudar.

O ator/diretor Miguel Falabella disse em sua autobiografia que em um determinado momento da vida, resolveu jogar tudo no lixo. Doou móveis, roupas, carro e todos os objetos. Mudou de endereço e aprendeu uma nova filosofia de vida. Sabemos que ele hoje é bem sucedido.

Muhammad Ali fez quase o mesmo.
Gandhi, deixou tudo para trás e se transformou em um ícone da liberdade.

Vários homens e mulheres, decidiram jogar fora o lixo de dentro do coração.

Eu mesmo, não sei se conseguiria fazer o mesmo; porque requer uma vontade extrema, mas tirar a vida não é o propósito nosso. Não existe regras e nem segredo. Acho que pouco provável seremos felizes por definição da palavra. Mas, acho que vale à pena tentar viver tudo que podemos ter dela.

As nossas falhas são de caráter

Se a promessa de paz fosse nos dada, ainda que fosse anunciada como garantia para todos nossos problemas, muito corretamente, haveria quem negligenciasse essa oferta, em detrimento de suas próprias necessidades; pois assim caminha a humanidade. O que dirá Alan Turing que descobriu o enigma alemão e encurtou a guerra em dois anos, salvando 14 milhões de pessoas, com a criação do protótipo do que hoje chamamos de computador. No pós guerra, foi acusado de excesso de trejeitos femininos e acusado de homossexualidade condenado para prisão sem honras ou então castração química...
Uma decisão dolorosa que custou a decisão do suicídio um ano depois de ter começado o tratamento. Morreu com 41 anos.
Porcamente comparado, várias figuras históricas e benéficas do mundo em todos os tempos sentiram o gosto amargo da ingratidão e egoísmo humano.
As pessoas só te aceitam como é, porque existe algo de você que as interessa, seja em qualquer área.
Você dizer ou fazer algo por alguém não é garantia de reciprocidade. Se quiser fazer, faça por que você é maior que a necessidade de reconhecimento.
Caso contrário, viverá à vida com dissabores.
Você já notou que a perda e a morte, inocenta e valoriza as pessoas? Sabe por quê?
- Porque, enquanto estivermos recebendo de outras as mesmas coisas ou estivermos plenamente abastecidos de vaidades, com relativa certeza, digo : esquecemos de todas as demais.
Você realmente quer algo que nunca teve?
- Então faça algo que nunca fez!

Ou então pare de pedir aos outros que as dê, só porque você acha que merece.
O amor também tem seus pecados. Peca exclusivamente, do egoísmo que carregamos dentro da gente, quando o outro se mostra vulnerável. Não sei porquê... Mas tem que goste de sentir o poder de manipular os outros.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Sobre o jogo da Baleia Azul

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Limitei por esses dias apenas observar o fenômeno atual, tal qual foi o anterior do jogo da asfixia. Ambos nascidos nas redes sociais e praticados por jovens problemáticos ou não. Não se espante, seu filho(a) pode agora mesmo está vendo e lendo sobre esse jogo. Se ele vai seguir à risca os 50 itens idiotas que um imbecil criou eu não sei. Espero que não! Más não é um fenômeno novo. Se você é nascido depois de 1970 deve te passado pelo fenômeno mundial da Tábua Ouija, mais conhecido aqui como " O jogo do copo ". Ou então você deve ter ajudado a expandir a lenda urbana da " Mulher de branco ". Em todos os casos, foram relatados algum acidente com vítimas de leve gravidade, até morte. O Próprio jogo do copo fez suas vítimas em mais de 50 anos de sua criação. Embora eu seja espírita, não comungo com a ideia ou da concepção do jogo, mas entendo perfeitamente que na psicologia, muita gente é influenciada ao ponto de entrar de cabeça na ilusão de estar participando de algo grande. É dentro desse prisma que quero falar: E, você aí, todo adulto, todo seguro de si, por acaso não se deixa influenciar também? Como não esquecer dos jogos sociais modernos? Milhares de pessoas dançaram " A macarena no mundo, ao ponto de fazerem vídeos humilhantes, só para aparecer. A prenda do balde de gelo, que viralizou por meses, onde pedia para as pessoas jogarem na cabeça água gelada. As tais correntes sem contexto algum. E tantas e tantas modas surgindo, que de uma hora para outra, seus amigos estão copiando em profusão. Tudo cabe na necessidade de participar de algo grande. Na obrigação que o sujeito se coloca de estar inserido em algo que todo mundo faz... ou pelo menos meus amigos estão fazendo...

É a velha história de não ser diferente, ao ponto de ser esquecido por todos. Logicamente existem suas exceções e vai ter quem leu até que dizendo : " Nada a ver ! Faço porque gosto, e coisa e tal... ".

Não tô aqui pra julgar e nem dizer que esteja errado. Apenas reflexionei sobre o tema, porque não é novidade alguma. Na década de 70 surgiu o movimento New Age, milhões de pessoas entraram na moda. Centenas de seitas nasceram e só em Oklahoma morreram 900 adeptos do Jim Jones, conhecido como maior suicídio coletivo de todos os tempos. O mundo é povoado de pessoas totalmente diferentes, ansiosas para se descobrirem em comunidades que tenham seus páreas. Sem qual se sente sozinho.

As crianças e jovens do jogo da baleia azul, não são diferentes dos adultos, só são mais fragilizadas e suscetíveis ao pensamento coletivo que se estão todos fazendo é bom. Os pais que apenas dizem: - Não jogue essa merda! Estão fadados ao fracasso! É necessário mais do que isso. É necessário mostrar que ela é importante no mundo deles, muita mais do que eles pensam.

O dia do índio.

Eu abro minha timeline e tá cheia de lembranças desse dia. Se não fosse por elas, eu nem me tocaria. Tenho plena consciência dos atos bárbaros praticados contra os mesmos, por parte do nossos colonizadores. Mais conhecidos pela pecha de " Homem Branco ". Todavia tô andando para isso tudo. E comigo, tem um monte que pensa igual... Igualzinho e só não fala ou não escreve por medo das represálias dos patrulheiros do Brasil. E daí que vem todo meu ceticismo presente. Não é porque eu não acredito na consciência indígena e sua necessidade de preservação; é mais por causa da hipocrisia e da falácia que rola solta nessas datas. Tal qual a Consciência negra. É outra que faço nem questão de saber. E, repito: Muita gente pensa igual. Nem acho que devia, mas me explico, porque não desprezo nenhum conteúdo do passado. Gosto de estudar o passado do mundo, é importante sabermos dos nossos erros, e contra os negros, foi pior, pois praticamos escravidão com nossos iguais. Mas, não é por isso que me permito ficar revivendo e revivendo todos os dias esse passado. Detesto ter que adjetivar uma pessoa por qualquer coisa, fico possesso em ter que escrever de um ser humano dizendo que ele é negro ou branco, gordo ou magro, novo ou velho, mas as vezes somos obrigados, justamente por existir essas hipocrisias comemorativas. Eu enxergo as pessoas pelos seus traços de gênero ( homem ou mulher ).
Ouvi certo dia de uma pessoa ( lá vem: negra ) que não curtia ter que ser adjetivada por quase tudo. Na semana da páscoa o apresentador Danilo Gentili, quase perdeu a cabeça nas redes sociais, porque sua assistente de palco ( lá vêm de novo: negra ) pediu para tirar uma selfie com um ovo de páscoa ao lado. Para trocentos patrulheiros, ele estava a discriminando ou humilhando-a. Nada mais e nada menos, a moça entrou nas redes sociais e esclareceu que foi ela que pediu a foto. Foi ela que deu a ideia da piada e soltou essa, que adorei por sinal: " Para todos que me defenderam sem eu pedir, um canavial de rola ".

Imagino a dançarina de palco da Xuxa, à Bombom hoje em dia... talvez tivessem tirado seu apelido e colocado Tatyane, só para não receber aporreações das redes patrulheiras.

O Mussum, que é um tipo de peixe escuro, talvez nunca fizesse sucesso nas piadas do Didi hoje em dia.
Ahhh, sobre os Índios. Estão perfeitamente habituados com nossos costumes. Bebem muito, vendem suas terras, cobram pedágio, estão gordos, usam drogas, etc etc. Estão como qualquer " Homem Branco " está nos atuais tempos.

Eu sonho com um dia em que a gente vai falar apenas das pessoas em si, sem ter que esmiuçar seus traços genéticos. Torço que seja abolido todas as datas " comemorativas " sobre temas racistas. Até porque se formos falar delas, obrigatoriamente estaremos falando e discriminando outros. O homem de cor branca, sofre hoje discriminação racial também, e estamos quase chegando a beira do ridículo de ter mais como nem brincar. Caso continue essa situação, quero um dia para Consciência dos Gordinhos. Não abro mão do dia da pessoa feia. Não ficarei calado enquanto não existir um data para Os baixinhos. Ué? Vamos ampliar a coisa.

Reflexionando

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terça-feira, 18 de abril de 2017

A Casa dos Horrores de Oklahoma: A Crueldade de Pessoas ao se Vestirem de "Bruxa" e "Demônio"

A Casa dos Horrores de Oklahoma: A Crueldade de Pessoas ao se Vestirem de "Bruxa" e "Demônio" Para Torturar uma Menininha de 7 Anos

Quando a gente pensa que o nosso próprio sangue é uma segurança para tudo, a gente se surpreende com o mal puro das pessoas.

Essa senhora da foto é Genove, uma avó de 03 netos que conjuntamente com seu namorado, torturavam até o limite da insanidade os netos e principalmente a neta menor de 7 anos. Durante anos, ela se vestia de bruxa e ele de demônio e acorrentava a menina no sótão, no chão e fazia acordar através de correntes e de uma coleira no pescoço da garotinha que acordava assustada, desesperada. Não só fizeram isso, como filmavam toda a cena para deleite próprio.

O caso foi tão grave, tão avassalador psicologicamente para as crianças, que por causa disso a menina deu entrada no hospital quase sem vida de medo e desnutrição. Foi com isso que foram descobertos.
Graças as Leis de Oklahoma a avó do satanás, pegou pena de morte e o namorado 30 anos de cadeira regime fechado. Até 2020 essa velha desgraçada toma sua injeção letal.

No livro A cabana, perguntam à Deus porque ele deixa que coisas ruins aconteça, com as crianças e pessoas boas?
Ele responde:

- Ainda que exista uma força no universo contrária a minha, e que seja a escolha de diversas pessoas segui-la, eu nada posso fazer, que só aceitar a escolha dessa criatura.

Pois é... assim somos nós humanos.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Temos cura?

Alguém acha que ainda temos jeito?

Escrevi um texto hoje falando da aposentada que gastou mais de mil reais com a Globo, votando para Emily ganhar. Graças ao seu profundo mundo de solidão, ela acha respaldo em ficar absolvendo a vida dos outros, mesmo pela televisão. No resumo de tudo é sempre o sentimento de posse que motivas as pessoas as loucuras.

Semana passada foi o rapaz do Acre, sumido, podre de rico, com os pais ausentes, que não acreditavam no seu " potencial para salvar o universo ".

Agora veja esse Zé Mané, um beócio por natureza, que matou um velhinho com tiro na cabeça, porque a namorada o largou e sua mãe não quer mais saber dele. " Foi o primeiro de muitos... " ( assim disse o energúmeno)

Não é amor é obsessão

 

Este é um ótimo exemplo que exemplifica uma grande parcela da humanidade carente de tudo.
Só maluco rasga dinheiro? Engano seu!
Na carência afetiva somos capazes de muito mais do que só gastar dinheiro, alguns matam e distorcem a realidade ao seu favor.
Não sei a razão dessa senhora gastar R$ 1,200,00 com um participante qualquer - talvez nem queira saber! Até porque a quem ou a quê se coloca tanto dinheiro é o que menos importa. Tem gente doando para Chihuahua fortunas incalculáveis, que você cairia para trás, só de saber. Não existe motivos concretos e racionais, só existe dentro dessas pessoas a motivação de se achar importante na vida da outra, mesmo que ela nunca venha saber, como é o caso da participante que recebeu os votos de ajuda ou dos Chihuahuas.

Dentro desse prisma, existe diversas outras camadas.

Começando com o da senhora mencionada, que até passou mal, quando viu a outra ser xingada, e gastou seu salário todo da pensão para ajudá-la; o que podemos dizer que é uma obsessão ou possessividade.

Pessoa possessivas não são raras não, pelo contrário. Estão sempre ao redor, são muito prestadoras, estão sempre receptivas, parecem adivinhar nosso pensamento. É justamente aí que mora o perigo. Elas pecam pelo extremo dos seus atos. Não confunda pessoas altruístas e despojadas da vida; Essas da mesma maneira que deixam ir fácil bens materiais, não fazem questão de ter pessoas ao seu lado contra vontade. O que desqualifica todas as demais que vão do zero ao 100 rapidamente, em termos da prestatividade. Dizem amar e gostar de ajudar, mas sofrem intensamente e fisicamente quando não recebem a contrapartida. Consideram-se injustiçadas ou esquecidas, com qualquer bobagem. Algumas só sofrem em silêncio. E não fazem mal ao outro.

Outras vão para atitudes violentas e extremas. Vide o assassino de John Lennon. De fã declarado número 1 à executor desse amor.
Nunca uma atitude dessas é boa. Nem para quem faz, nem para quem recebe sem questionar. A verdadeira amizade ou amor, está contido nos limites ponderáveis, do que se quer fazer - pode fazer - tem como fazer. Qualquer coisa que passe do normal é perigoso.

A Cabana O Filme

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Estreou neste final semana o filme A Cabana. Homônimo do livro de maior vendagem de 2008. Nem vou negar que as minhas poucas lágrimas se juntaram às tantas outras que comigo foram assistir em uma sala de cinema. O público sabia o que lhe aguardava. Principalmente para quem leu o livro. O filme tentou ser fiel ao livro, tanto quanto pôde substituir o forte diálogo e complexo entendimento que o livro de Paul Young nos força a ter a cerca de Deus e suas diferentes faces.

Não foram os melhores atores de Hollywood que o fizeram. Nem a trilha sonora será digna das maiores do naipe de John Williams. Pouco importa que não figurará como indicado ao Oscar. O principal astro/ator é o MacKenzi, é a graça principal do filme. Um cara que não é herói. Não terminará com poderes especiais. Nem receberá da vida tudo de volta, só porque viu e falou com Deus. O milagre é apenas a cura de um relacionamento, rompido pela dor e pelo profundo vazio que toma conta das nossas vidas.
O MacKenzi que eu vejo é o cara que habita em cada um de nós. Sem heroísmo dos grandes filmes da Marvel. Sem a capa vermelha e visão de calor de um humano fictício. Ele não se dá super bem no final. Não fica rico.
Muito melhor que isso...
Ele se transforma à partir do que acredita.
A Cabana é um refúgio para os que não ouvem mais ELE.
É UM CHORO BAIXINHO E CONTIDO, PARA QUEM NÃO O SENTE MAIS.
Assistir o filme é sem dúvida duas horas perfeitas de reflexão. Não é para crianças. Não é para adultos se beijarem. Nem é para o religioso ir e se auto afirmar, achando ser capaz de entender tudo. A Cabana se não leu, não quer ajuda dos religiosos para se fazer explicar.
Vá pelo prazer que o livro dá.