Crônicas do dia a dia, frases, pensamentos e curiosidades
quinta-feira, 27 de agosto de 2020
QUEM VAI PARA O CÉU?
QUEM É VOC~E NA FOTO?
LÍNGUA DE COBRA
SER INTEIRO
Ser inteiro é quando você não esconde mais nada. Não tem nenhuma queixa sobre a vida ou sobre si mesmo. Nenhuma crítica ao outro, nem pensamento negativo. Não pensa mais no passado tanto quanto no presente. Principalmente: todas as vergonhas já foram redimidas. Não dá satisfação à toa, não compete com ninguém. Não flerta com os casos, não diz que ama só para pedir para ficar.
Para ser inteiro é preciso se encontrar primeiro. Entender seus limites - dá valor ao que se fez e o que se deixou para dizer depois.
Para ser inteiro, tem de ser você, só você. Há quem não dá um passo sem ajuda.
Você é de manhã aquilo que é de tarde aquilo que é de noite. Muitos buscam a tal da felicidade, sem entender que estão desfragmentados, separados do sonho com a realidade, presos nas promessas de serem o que os outros desejam que você seja.
quarta-feira, 19 de agosto de 2020
Toda tentativa de explicar Deus é em vão.
terça-feira, 18 de agosto de 2020
terça-feira, 11 de agosto de 2020
Um HOMEM é além do seu PINTO.
A bola "materializada"
O interessante deste vídeo é o surgimento da bola. O garotinho fica espantado que uma bola apareceu do nada. Voltei para ver onde a bola poderia estar, avancei o vídeo também e nada. Lógico que a computação gráfica pode ser a resposta, mas fica difícil por CG quando envolve crianças pequenas, pois elas não possuem a condição de "combinar" nada com quem faz o vídeo. Como convencê-la a fingir que viu uma bola? A outra explicação é inserir um segundo vídeo dentro do vídeo original com ela já achando a bola que sempre esteve ali. Fora isso, é enigmático.
O pai da criança achou surreal e postou em sua conta do Instagram que viralizou logo.
segunda-feira, 3 de agosto de 2020
Meu último pitaco sobre o DIA DOS PAIS E A NATURA.
O sobrenatural caminho da vida
Parece que para alguns é bem mais claro e mais óbvio seguir por determinado caminho, do que para outros. É quase como se tivesse sendo iluminado toda a trajetória, e ela soubesse exatamente para onde ir e como chegar.
Já em tantos outros casos, parece que nada é óbvio assim. Nada está claramente definido na nossa cabeça. Eu tenho às vezes a sensação de estar em um mundo de camada e camadas, como uma cebola que vai perdendo sua pele e por baixo existe outra camada, como é também no caso das caixinhas japonesas, que a cada boneca que surge, nova boneca vai se encontrando dentro da outra.
Por inúmeras vezes me pego reflexionando esses assuntos, e se formos reparar, realmente algumas pessoas não possuem dúvida alguma sobre o que querem e como conseguir. Até parece que o universo conspira: - Vá, lá e pegue - é teu!
E nas demais vidas, de milhares de pessoas, nada indica a porta; se é que exista essa porta. A gente sabe que está indo para algum lugar, mas não tem a menor pista da vida. Ninguém aponta. Ninguém fala desse lugar. E, com medo, andamos mais devagar que as outras. Tropeçamos mais, machucamo-nos inúmeras vezes mais. As paredes quando existem e podemos tatear para achá-las, não encontramos os interruptores que poderiam iluminar aquele momento.
É sem dúvida, parte da nossa vida andamos às cegas. Voltar é uma opção, muita gente resolve voltar e por medo de se machucar fica fazendo seu eterno vai e vêm, intermitentemente indo para lugar algum. Vivendo e revivendo as mesmas emoções. Sobrevivendo das sobras.
Outras se paralisam e por receio de decidir o rumo da sua própria vida, ficam plantadas à espera que um socorro possa chegar.
E outra parcela da humanidade, luta a luta de sua vida. Seguir adiante? Desistir de tudo?
Não está claro como o universo escolhe essas pessoas. Nem sempre é por meritocracia, tese tão usual nesses tempos, mas que não explica a sobrenaturalidade das decisões monocráticas do mesmo universo, que determina que essa ou aquela tenha todas as oportunidades e respostas e as demais não.
"Invocação do Mal"
Viaja demais pela vida.
O invisível
quinta-feira, 30 de julho de 2020
A generosidade é uma alma bipartida
O que é anti 'NATURA" - TAMMY MIRANDA
segunda-feira, 27 de julho de 2020
Um amor por segundo – um vazio por hora – uma reclamação todo dia.
A saudade é de mim!
quarta-feira, 15 de julho de 2020
A mulher de 4 pernas
quinta-feira, 9 de julho de 2020
Olha triste?
Eu sou daqueles cujo olhar nas fotos é quase sempre um
parecer triste. Uma posse de melancolia que não pede permissão a ninguém - é só
meu! Não quer dizer que seja de um todo ruim. Quem tem esse
olhar carrega uma bagagem dentro de si; A dessa vida e a de outras vidas
também... Que são por muitas vezes fotografadas por um descuido. Uma falha leve
de quem registrou um segredo dentro de um mistério.
A alegria foi feita para ser conquistada e não compartilhada
para qualquer um. Somos pessoas de um olhar que demonstra valor religioso para
cada coisa que se registrou a sua frente. Não esquecemos fácil, porém não
guardamos nada que não possa ser leve e levado para um dia de verão. Um olhar
triste? Melhor tê-lo, do que moldar um que não é verdadeiro. Guardar-se muita
força e resiliência em acreditar apenas em si, sem culpar a mais ninguém. Quem
quer que cultive esse olhar, passa a ver a vida nas cores certas, em seus tons
cinza ou nos mais vívidos, e no preto e branco também.
Acabou a pandemia?
Acabou a pandemia? – Não! Mil vezes não! Acontece,
entretanto, que você não amarra as pessoas em casa por meses a fio. As duas
coisas não coexistem juntas. Em 1918 morreram entre 50 e 100 milhões em três
anos de pandemia, sabe o que é isso? É a mãe de todas as pandemias! A população
ficou 9 meses em casa, depois foram trabalhar e viveram suas vidas. O Brasil
teve 35 mil mortes. A pergunta que permeia o momento é se estamos banalizando
as mortes. Se for sincero, direi que sim, estamos banalizando as mortes...
Pergunta a qualquer pessoa da saúde com 30 anos de carreira, ela dirá que a
morte faz parte da sua vida cotidiana, assim como qualquer policial, militar em
guerra, donos de funerária, coveiros e uma gama enorme de pessoas que passam a
ter o cenário como comum. Não é culpa de ninguém! Não é ser frio ou insensível.
Tenho plena certeza que a morte pessoal e próxima de um parente dói uma
enormidade para eles, para todos de igual maneira. Porém, os humanos possuem a
capacidade de se adaptar as diversidades, e uma hora ele passa assimilar como “normal”.
No documentário sobre os 15 anos de Guerra que tivemos, teve um momento que o
cidadão comum, não se importava mais com nada. Desde que ele sobrevivesse mais
um dia, estava ótimo. Não tente entender as pessoas sob sua ótica.








