quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Suposto médium espírita, que lotava ginásios, é acusado de fraude em suas psicografias. A história de Fernando Ben:

A imagem pode conter: 1 pessoa, sorrindo, óculos e close-up

Desde a reportagem no domingo passado sobre o esquema dele em usar as redes sociais das pessoas para tentar criar uma psicografia de credibilidade que eu venho ficado quieto, esperando ele responder. Conheço-o nas redes sociais antes de virar sucesso. Não vou chuta-lo como muitos farão, vou deixar para Deus julgá-lo. Mas eu desde já defenestro essa prática de mediunidade show. Os americanos adoram pseudos médiuns que fazem show, eu nunca gostei!.
Minhas críticas serão direcionadas a quem vai procurar pelo desespero. Eu entendo, compreendo isso, sou espiritualista também, com mortes na família, mas nunca fui perguntar. Sabe por quê? - Porque é um fenômeno que não se repete. Se um espírito quiser dizer algo, fará isso hoje ou daqui há 10 anos, mas não conseguirá repetir isso na hora e no dia que o médium queira.
Quando você despeja informações nas redes sociais sobre seu luto, vira vítima de charlatões que sabem extrair essas informações. Aguarde o Orlando também surgir.
Não importa quem seja: Nunca coloque nada e depois acredite inocentemente nas respostas. A verdadeira mediunidade não cuida da fenomenologia show, mas sim, das pessoas que ficam e afastam de energias negativas. Já reparou que quem te ajuda com esses fenômenos alimenta sua dor? Sempre faz você se lembrar de quem já foi, o quanto tá próximo e etc. Não aceite isso! O médium bondoso esclarece que a partida definitiva é necessária e que a vida continua do lado de cá. Não aceite ninguém que te faça sentir falta eternamente




quarta-feira, 9 de outubro de 2019

A supervalorização do “EU TE AMO”.

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e texto

Um dia eu li em um livro, que uma mulher passou a vida toda esperando que o marido dissesse que a amava, foram 35 anos e três filhos no casamento, até que ele faleceu sem dizer a frase. Desgostosa, ela queixou-se para sua melhor amiga no terraço de sua linda casa de praia . Dizia-se que achava que não tinha sido devidamente feliz sem a declaração do ex-marido.

Sua amiga perguntou: - Mas, Martha o que fazia John neste tempo todo? – Ah, ficava aqui comigo sentado, lendo um livro ou fazendo algum chá que ele gostava, no final da tarde em suas folgas a gente ia pescar juntos... Ao mesmo tempo em que ela terminava a sua frase, um esboço de sorriso se formava no rosto da amiga, quase como que dizendo: “ Não era isso o mais importante?”. E, era sim! De repente surgiu na sua mente todos os anos em que ele fazia questão de estar seu lado; Desde seus terríveis chás, caminhadas e pescarias, até os dias em que ele simplesmente a ouvia se queixar da casa, trabalho e da família.
Eu me pergunto como todo mundo se pergunta também: - Será que não somos cegos aos acontecimentos da vida, justamente pela simplicidade dela? Será que não vislumbramos voar de asa delta, pular de paraquedas- escalar o Everest ou mesmo mergulhar no mar mais profundo porque esta é a vida de alguém? Nem todo mundo nasceu para isso – mas pode ser até mais feliz. Um ‘EU TE AMO” é fácil de dizer, chega a ser banal, se você tiver que estancar uma crise de relacionamento. Há quem precise ouvir tanto que sem a resposta morre dentro da relação. Dizer que ama tem virado receita de bolo, colocamos em despedidas, frases soltas para não termos que suportar cobranças. Virou antecipação de reclamação. Diga logo e se livre da mágoa e da birra. Por vezes quando alguém fica ao nosso lado ou gosta de ficar e fazer coisas com você, deveria ser até mais importante. A maioria hoje não quer a sinceridade na simplicidade de se compartilhar histórias, prefere a ilusão poética de um início de frase: “Ei eu te amo, mas vou ali sair com meu pessoal volto amanhã viu”! Ser a companhia prazerosa de alguém deveria ser toda declaração necessária. Amigos que se amam já sabem disso há séculos... Porque no amor ou na relação não deveria ser igual? Porque nos habituamos a valorizar simbologias... O casamento é uma simbologia, muito embora dois seres estejam em pé de guerra ou totalmente indiferentes um ao outro, o que importa é como vende para os outros o resultado da sua experiência pessoal. Gostarem de conversar, de trocar frases, livros, filmes, isso fica para depois. Realmente, o ser humano desconhece a verdadeira face do amor.

terça-feira, 8 de outubro de 2019

Desejo o teu sucesso



Existem na vida pessoas que são como irmãos, e nelas depositamos nossa confiança e ofertamos sucesso. 
irmão chora na
Porém, infelizmente, cada dia mais raro, porque as pessoas não torcem mais para o sucesso do outro. Antes de tudo, acham que merecem mais que o outro; o simples fato de alguém próximo ter sucesso em algo ou crescer em determinada área, vira motivo de rancor por parte de quem deveria ser amigo. Neste mundo do faz-de-conta-que-sou-feliz, o espelho da casa é a vida alheia. Já vi gente indo para festas não pela pessoa em si, mas só para transpirar inveja pelo outro: Deseja saber como vive, o que comprou ou usou. A pior doença é a da alma que não sabe alimentar-se da luz.
Não é que a gente não possa desejar algo – pode sim! Deve-se! Porém, desejar é o mesmo que ir atrás de seus sonhos, qualquer um que espere que a vida premie sem méritos é um invejoso.

segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Não se constrói alegria sem passar pela tristeza.

Resultado de imagem para o que me fortalece


Tem que dar o tempo dela brotar sozinha.
Uma coisa é certa: Estar bem e feliz, são duas coisas completamente diferentes. O meio termo é o hiato que tanto nos empurra para baixo como impulsiona para sair do modo catatônico. É preciso deixar que a tristeza remova as ilusões. Lixo vai para o lixo!
Quando estamos bem, é que o nosso apartamento, chamado coração, começou a ficar limpo; já feliz é a renovação dos móveis, da vida, do sorriso completo e da gargalhada escancarada. Forçar alegria é limpar os pratos com pano sujo. Nada passa por passar. Para se compreender o sentido das coisas é preciso deixar que primeiro morra por dentro. Por isso que a tristeza é necessária, caso contrário não seria a boa pessoa que pensamos ser. Para aprender, temos de aceitar que não sabemos tudo. Procurar estar bem é o primeiro ato da nossa história: É o primeiro paragrafo no qual contamos aos outros que tudo bem, já passou... É também: quando surge a paz para fazer qualquer coisa, até mesmo o nada. O que nunca se deve fazer imprudentemente é pular etapas, voar para a felicidade sem primeiro se vestir com as asas da consciência do que fez para chegar até aqui.
Julgamos que a simples ideia de que ver alguém triste nos incomoda. Estraga o dia de qualquer um, atrapalha o final de semana, ou arruína a convivência. Só acontece isso quando não temos a noção pelo que nos entristece. Tristeza não é o fim, se já existe um começo, uma ideia do que se sente. Ser feliz é um poder que nos é dado depois que dominamos a tristeza. Tristeza é uma etapa no joelho e nas pernas da criança que caiu até aprender a ficar em pé e andar. Tudo na vida pode incomodar, e deve ser assim mesmo, a tal zona de conforto nos coloca longe de resolver os nossos piores temores.

Espere passar o pior


Resultado de imagem para tremores na vida
Certa feita, um jornalista contou na tv que foi chamado para cobrir um evento no Japão, após se registrar na recepção, dirigiu-se para o quarto para descansar, deitou-se que não viu nem a hora, só soube que foi acordado com o solavanco da cama e um tremor por todo o quarto; rápido correu para o telefone e perguntou para telefonista: - O que houve? – Um tremor senhor, mas foi passageiro, não se preocupe... - Mas, o que eu faço se continuar acontecendo ou for algo bem pior? – Dirija-se ao arco senhor, respondeu calmamente a recepcionista.
Certo que aquele povo era acostumado a esses acontecimentos da natureza e em face ao tom calmo, ponderado da moça, resolveu aceitar o aviso sem nem perguntar o que seria o tal arco. Rapidamente olhou para o quarto em busca desse “arco”, afinal deveria ser um objeto enorme, feito para proteger os hóspedes, mas não encontrou... Com vergonha de ligar novamente, resolveu sair do quarto para observar se outro hóspede também tinha percebido o problema. No corredor algumas pessoas saíram dos seus quartos calmamente e seguiam um curso predeterminado nos avisos da parede: - “Desça para o arco”.
O tal “ arco” era um lugar entre as escadarias, do tipo abóboda. Feito pelos japoneses com vigas e uma arquitetura tão poderosa, que deveria ser o suficiente para segurar o peso de outros andares sob as cabeças. Mais ou menos uns 20 hóspedes sentados de joelhos dobrados, calmos aguardavam as notícias sobre o fim dos tremores.  O jornalista, recluso, pensava sobre sua vida e seu casamento: - Deveria existir uma abóboda assim para todo casamento ou relacionamento em crise, forte o suficiente para nos abrigar das intemperes do destino. Vez por outra nossas vidas sofrem solavancos, balançamos contra nossa própria vontade, ou  ao sabor da sorte, na eminência de tudo ruir, não encontramos o “ARCO”, ou sentimos vergonha de pedir ajuda para acha-lo. O jornalista passou uma vista imediata em todos os hóspedes como ele abrigados, naquela espera longa  e percebeu que não se tinha muito o que fazer ali, era esperar que passasse o tempo, acontecesse o que acontecesse, o arco estaria para proteger, ao menos era isso que acreditava, como na vida da gente, algo ou alguma coisa superior está acima de nós nos protegendo ou assim queremos crer.

Os Óvnis existem: Diz a Marinha americana

Sim! Eles são reais
Nunca imaginei que chegaria a ver os EUA admitindo que existe algo que voa super rápido, de formato estranho e que eles investigam isso. Só não deram os nomes aos bois.
Vivemos uma época ou período da história onde tudo parece que esta mudando de uma forma mais rápida do que jamais tivemos. Não sei onde vamos parar, mas nada vai ser igual.

Particularmente, não me interessa se existem marcianos ou se a frota toda do Star Trek vai descer aqui. Isso não muda como vejo a vida e o mundo, talvez, o mundo é que se veja sem máscara, sem religião definida depois que isso acontecer. Muita gente vai ficar sem chão, porque queria acreditar que era sozinho no universo, como a coisa mais especial da criação.
A Marinha americana respondeu:


"Em nenhum momento nós mencionamos extraterrestres. Estamos simplesmente garantindo que nosso governo não seja vítima de ‘surpresa estratégica’ pela tecnologia exibida pelos [fenômenos aéreos desconhecidos]. Seja da Rússia, China, aliados ou homenzinhos verdes, nossos esforços se concentram no aspecto de segurança e tecnologia nacional; não em ETs".

Se ela diz que não sabe, mas que eles existem, avalie se soubessem?

sexta-feira, 4 de outubro de 2019

Atirou sem querer?


Sim! De vez em quando algumas coisas podem acontecer sob influências tenebrosas...

Neste canal e no vídeo, o "paranormal", famoso no Youtube, chamado Rodrigo investiga um outro vídeo sob a luz do espiritualismo, tentando achar o motivo porque um amigo atirou no outro.

A cena em questão foi no meio de uma suposta "caçada de casas assombradas". Infelizmente existem muitos canais aflorando neste segmento que supostamente procuram "fantasmas em lares e ou lugares conhecidamente ditos assombrados". No vídeo vemos que o atirador parece estar sendo controlado por algo que o manipula para agir contra os amigos. Tirando a casuística, isso pode ser real na nossa vida, pode mesmo acontecer?
- Pode! Eu já vi in loco isso acontecer...E, o final foi trágico!


Apesar de boa parte não acreditar, o mundo espiritual não liga para opiniões. O mundo espiritual atua muito mais presente do que podemos imaginar, e qualquer pessoa, desde que vibre com igualdade com aquela entidade, pode vir a fazer algo muito ruim, mesmo sem saber de um todo.

Mas, não acontece do nada e nem por "coincidência". Qualquer um que venha atirar em outro ou se matar, tem seu lado espiritual infectado há algum tempo. Já vem de alguns dias ou semanas sendo obsediado por forças do mal.

Mesmo que não tenha demonstrado nada tão brutal antes, o indivíduo que foi afetado, começa a demonstrar suas manisfestamentos, através de pequenos atos levianos, de mau caratismo, perdas de memória, alcoolismo e situações onde existe uma certa raiva exacerbada.

E quando encontra um "bestial ou obsessor" forte o suficiente para manipulá-lo e que achou propícia a possessão naquela hora, ele agirá sobre a pessoa, nem que seja só aquela vez na vida. Porque o intuito dela é causar um mal maior; seja a você que foi afetado ou a outrem. Devemos sempre analisar na nossa vida o quão próximo da realidade são nossos sentimentos. Devemos nos perguntar, se não estamos apaixonados rapidamente demais por aquela pessoa; ou mesmo se não estamos com muita raiva sem motivo.

.

quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Criança mata criança

Esta semana fomos surpreendidos pela manchete que dizia que duas crianças, um menino de 12 anos e uma menina de 9 anos, amigos de todo sempre, tiveram uma discussão e o menino matou a menina. Não sei o motivo, e nem me interessa saber, porque um pai e uma mãe, hoje se tornaram órfãos de uma filha. Não há dor maior que justifique tal ato.
Lembro sempre o quanto estamos longe de uma boa criação dos filhos. A tal geração X virou pai e mãe, receberam uma educação baseada no “Sim, sim meu filhinho, tudo que eu puder te darei...”. Esta mesma geração acostumada ao mimo de educadores e psicólogos modernos, descobriu que um dia teria que ser pais e mães, eis que o fruto do que não foi bem criado, resulta na pior das gerações já existentes no Brasil.
Estamos a 20 anos colocando gente pequena no mundo sem saber como dizer um “NÃO BEM REDONDO”. A falta de um não, impossibilitando que a criança descubra como se portar com suas frustrações. E, vamos ser bastante sinceros, tudo que a geração antiga de nossos pais soube lidar era com a tal da frustração. Frustração por não ter um iogurte, um passeio, um carro ou um beijo da menina mais bonita da escola, não torna a criança um fracassado ou um psicopata quando crescer – isso só ocorre quando ela descobre que o mundo não liga mais para ela tanto quanto liga para uma folha caindo de uma arvore.
Ensinamos que nós os pais, podemos assumir as responsabilidades deles, o que é super errado! Nós só podemos assumir as nossas, aos filhos cabe à obrigação de entender seus deveres imediatos. Uma criança ontem matou outra, isso já aconteceu em 2009 na Inglaterra, não é tão novidade assim, mas só temos casos deste tipo, porque estamos produzindo crianças em massa e dando para as redes sociais e a tv cuidar. Colocamos nas mãos de pretensiosos e arrogantes psicólogos que manipularam e encheram suas clínicas com as pseudos-crianças-índigos, mini gênios que nunca foram nada disso.  Pais e mães que só se importaram em estabelecer diálogo depois que a criança já não respondia com educação.
Resultado de imagem para criança sem rosto

A dissimulação


No vídeo veremos uma senhora simulando um atropelamento feito supostamente pelas autoridades. Ela será a pretensiosa vítima, se jogará no chão e rolará pelo asfalto, para quem possa estar passando veja e acredite que ela foi atacada pela autoridade do momento.
- É uma maluca? – Não! É uma dissimulada! Fazendo um paralelo com a vida cotidiana da gente, todos os dias em nossa vida, alguém desta qualidade surge, ou já existia e não sabemos, só quando acontece é que percebemos que a dissimulação já aconteceu, ficou tarde demais.
Surge na fofoca maldosa quando acusa de ter feito algo que não fez;
Surge na pretensa vitimização;
Surge no falso testemunho que dão a dizer que estava em tal lugar e não esteve.
A pessoa se joga e rola metaforicamente em cima de sua confiança. Tenta jogar os outros contra ti e etc.
Observe! Essa dissimulada pode ser também uma pessoa próxima, muito próxima, que fica só no aguardo da oportunidade certa para dar o “golpe”. Uma pessoa dissimulada não possui nenhum valor moral ou caráter que não seja apenas para atender suas próprias necessidades. Sabemos que na política isso é erva daninha. Sabemos também que pessoas partidárias e fanáticas por políticos ou partidos agem da mesma forma, criando casos, inventando coisas e situações que não são de toda forma a verdade, mas não são as únicas! Em nossas vidas, a dissimulação se encontra às vezes ao lado.


Cobra de 15 metros encontrada por moradores na Amazônia



terça-feira, 1 de outubro de 2019

Nostalgia...E o hoje.

Resultado de imagem para Farol fawcett - as panteras
Eu sinceramente sinto muito pouca falta das coisas do passado. Se eu já achava a moda na época horrorosa, acho muito mais hoje, com essa tentativa de resgatá-la. Por sinal, esses óculos do tamanho de dois discos de vinil na cara, era legal no rosto da Farrah Fawcett ( Série as Panteras 1985) que tinha uma linha de face apropriada e foi quem lançou, de resto um monte de gente copiou... Calça boca de sino, camisa com ombreiras e de tudo já foi tentado, até mesmo os hippies tentam voltar a moda. Eu digo logo: A maconha não era boa lá nos anos 70, não vai ser hoje que ela será legal, muito menos o lance de não usar produtos industrializados de higiene. O ser humano é um animal, portanto se não tomar banho, não criar uma conduta para ocultar seu cheiro natural, não vai ficar diferente do cheiro de um macaco suado. Para meu espanto, tem gente que adora circular fedendo. Tudo bem que a música eu curtia muito e é minha playlist preferida, mas também muita bomba foi criada neste período. O passado é um mecanismo que nos serve de progressão, não de volta, não se pode tentar reviver coisas, nada caminha dando voltas em seu próprio rabo.
Eu também tenho um monte de críticas ao atual momento, principalmente aos excessos de dependência emocional que se criou em torno das redes sociais, mas não troco o hoje pelo ontem, mesmo detestando os efeitos de olhos de vidro e focinhos e orelhinhas de cachorros nas fotos. Assim como os novos adultos, são fracos, falhos, cheios de dependência química. Hoje mesmo uma cliente, queixava-se que estava sustentando também a neta e seu marido, pois ambos pediram demissão dos empregos, por se acharem em “depressão” . Nada contra, não duvido da depressão, sei que é uma inimiga silenciosa, mas a depressão vira desculpas para não pagar contas. Graças a avó que é rica, o plano de saúde e a prestação do carro mensal está em dia; mas se a avó morrer? – Como fica? – Um estudo recente pela PUC mostrou que 37% dos formandos em universidades, estão voltando para fazer outros cursos, porque “não gostaram”. Veja só: A pessoa passa cinco anos em uma faculdade se forma, tenta o mercado de trabalho, leva um não, paralisa a sua vida, manda a família esperar, pagar suas contas e volta para faculdade. Um “NÃO” VIROU EMPECILHO! A vida não é um game que você dá um reset e retorna ao ponto de origem, anos se passaram, pessoas envelheceram, seus filhos precisam estudar, e serem educados ou – melhor: Aprenderem a se virar, mas, com pais relapsos, casamentos de faz-de-conta e pessoas fracas, vão sofrer muito antes de melhorar.