segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Precisamos de mais pessoas


Em toda vida, eu detestei panelinhas, grupos disso ou daquilo, sou um tipo de ser humano que olha sempre para o espaço, creio que a vida é bem maior que um punhado de pessoas comendo e vivendo privilegiando esses ou aqueles.
Também já deixei de ir em encontros porque determinada pessoa que eu gostava não era convidada. Peguei diversas vezes meu celular convidando outras que aparentemente não gostavam de mim... Porque essas pessoas são parte de meu passado, da minha história. Procuro não diferenciar ninguém que não queira ser diferenciado. Todo mundo precisa de todo mundo, faz parte de nossa história evolutiva. Mas, há quem se ache especial demais. De onde trabalho, vejo gente quase todos dias morrendo sem se despedir, às vezes tendo apenas um par de mãos de um médico ou enfermeira que nunca viu, não sabe nem o nome... Mas são eles que anotam seus arrependimentos e perdoam suas falhas. Viu só: ninguém faz nada sozinho, nem é melhor, nem vai ter um bilhete premiado para o paraíso. Continuo vendo e observando a humanidade cínica. Gente esquecendo de gente. Gente escolhendo outras por cor, raça e credo. Dizendo que são boas e amigas, mas tratando por amnésia tudo aquilo que representou. Quando me tornei um espiritualista, aprendi ver o mundo na visão do que é dos olhos e do que é da outra vida. Os dois são comuns, irmãos e interagem entre si em uma simbiose perfeita. A cova rasa que você faz nesta vida, achando que é especial, acima de muitos, não cobre em palmos ou metros a podridão que fica sua alma. Lá você descobre que suas orações não vão alcançar à todos, sua história não será contada, seu dinheiro, cargo ou status religioso não vale nada. É dentro desta premissa que não entendo porque pessoas não sabem coexistir, porque poucos lutam uns pelos outros. A falta de transparência de como lidam com suas vidas cheias de falsidades, traições, jogos políticos e mentais, serão cobradas um dia...

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Rapidinhas

Há pessoas e pessoas...
Há quem personifica tudo que toca. Possuem sorrisos sem essência. Discorrem de atributos que nunca sentiram. Não sabem que aprender advém da necessidade de se sentir no outro. Na falta de personalidade, fingem ter...
Na falta de sangue, cultivam auto veneno.
São solvidos em doses não letais, lentamente, pouco a pouco, embriagam-se na culpa. Para muitos são uma coisa, para elas, reconhecem-se em outra pessoa. Em tudo que toca, tudo se acaba...

Em equilíbrio

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Eu luto na vida por estar em equilíbrio. Nem por riquezas e nem por poder. Apenas pelo equilíbrio. No equilíbrio é que você se acha, porque pelos excessos a gente é outra pessoa. Avalio isso como primordial. Desta forma, posso não ser o mais correto, mas posso ser chamado de justo, uma vez que não vou do 8 ao 80 facilmente. É dentro do equilíbrio que podemos dar e tomar conselhos. Enviar bons sinais e receber boas energias. Equilíbrio fortalece a necessidade de não provar nada à ninguém! Não aceitar que arrisquem palpites em torno da sua vida. Não se deixar levar pelo que os outros pensam. Se você pode ajudar alguém, que seja recíproco a volta, se te trocam por qualquer um ou qualquer coisa - é problema de quem ou quais pessoas fizeram. Não existe mundo perfeito. Se o mundo não é; a consequência disso é que tudo a sua volta muda e deixa de ser à todo instante. Amores perfeitos se vão e vem... Tudo que é certeza se desfaz de um dia para o outro, mas se há algum equilíbrio, isso te afeta só o instante de um dia de choro, nada mais...

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Imitador do "Coringa" mata uma criança de 5 anos em escola de MG

Imitador do "Coringa".
"Enquanto esfaqueava a criança ele ria compulsivamente...".

Poderia ser o coringa, como qualquer porcaria do momento sendo exibida. O Bandido da luz vermelha, gerou mais 5 crimes por imitadores nos anos seguintes à sua prisão. A psicose do "Coringa" cai como uma luva na cabeça deturpada desses assassinos, matar uma criancinha de 5 anos é um ser abjeto, excremento da realidade brasileira cheia de ódio e perseguição uns com os outros. O povo se digladia e quem sofre são os inocentes.

Carlos Bolsonaro publica áudio do condomínio



O Carlos Bolsonaro, filho e conhecido nas redes como "carlucho" foi ao condomínio do pai como "morador" e solicitou ao síndico acesso as entradas, áudios e telefonemas de todos os acessos por interfone no dia em que a Globo cita o pai dele. Segundo a Globo, o porteiro disse que falou com o " Sr. Jai", às 17:10, perguntando se autorizava a entrada do tal ´"Elcio", suposto comparsa do assassinato da vereador carioca. 

Eis o vídeo e a voz da ligação, também o número do apartamento/casa, que seria 65 de outra pessoa. Entretanto o porteiro escreveu no livro de entrada como sendo para o número 58. O porteiro aqui é o mordomo? Sempre sobra para ele ou virou uma novela? Se virar novela, a Globo ganha porque ela sabe criar folhetins como bem quer e gosta. Se for para se dar uma resposta, o Governo tem de dar do tamanho da bagunça que isso criou na cabecinha dos mais fracos.
Vivemos um período que redes sociais são provas, todo mundo compartilhar o que quer, sem se preocupar em verificar nada. Recebo depois de 1 ano da eleição em modo privado os mesmos links e vídeos de senhoras querendo provar que tal pessoa disse isso ou aquilo. Todo dia alguém diz que tem um fato novo, mas todos são iguais. A Eleição ainda não acabou na vida de muitas pessoas, odiar é um sinal de que se sente vivo. Ontem mesmo, participando de um comentário em face de outro "amigo virtual", um sujeito que nunca vi na vida partiu para xingamentos. Algo improvável de acontecer se fosse cara a cara, na vida real, mas os lunáticos encontram voz e vida aqui. Até mesmo quem compartilhar gosta de causa polêmica e fomenta as brigas para ganhar espaço. Os lunáticos sabem escrever, tanto quanto os carentes de atenção, que vai desde a exibição forçada de parentes em hospitais, moribundos quanto as lives de gente chorando porque o animal morreu. O mundo precisa provar que existe, é o que eu ando vendo, sem as redes sociais, essas pessoas nunca existiriam porque elas são debilitadas para o convívio social e cordial.

terça-feira, 29 de outubro de 2019

Síndrome da auto-cervejaria. Ou como ficar bêbado sem beber.

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Após ter sido pego no bafômetro, homem de 61 anos apela na delegacia para que fizessem exames mais apurados, porque ele não bebia alguns meses.
Fizeram um exame de urina e não foi detectado álcool, mas no sangue sim, e isso tinha virado um mistério, até que ele descobriu que tinha em seu estômago um fungo chamado de Saccharomyces cerevisiae, responsável pela fermentação e concentração de álcool no estômago dele. este tipo de fungo pode ser proveniente de cerveja caseira que não sofre inspeções rigorosas como outras, além do que ele enfrentava há dias problemas fisiológicos de ordem de forte tontura, sono, e lentidão na fala e pensamento.
Mesmo sem ingerir nenhum tipo de bebida alcoólica foi registrado um aumento da concentração de álcool no sangue do paciente que chegou a atingir a marca de 120 mg/dl. Seria um milagre? Um truque de um senhor solitário que gostaria apenas de um pouco de atenção?


Não. A resposta é bem simples e conhecida de todos os cervejeiros. O diagnóstico médico foi que o intestino do nosso amigo virou literalmente uma cervejaria, onde o bom e velho fungo Saccharomyces cerevisiae estava convertendo o açúcar ingerido em álcool e gás carbônico. A Síndrome da auto-cervejaria não é uma descoberta recente. Vários casos foram descritos no Japão na década de 1970, mas a documentação deles não foi feita de forma tão completa como o caso mais recente. Como a esposa do nosso paciente auto-cervejeiro era enfermeira, a concentração de álcool no sangue dele foi medida com frequência, além dos testes controlados efetuados no hospital. O caso foi descrito no periódico científico International Journal of Clinical Medicine em julho deste ano.

Ataque criminoso a fauna marinha brasileira?

 — Foto: Ministério do Meio Ambiente via Fotos Públicas


Vazamento de óleo no Nordeste ainda tem causa desconhecida, aponta ANP.
O que é correto dizer: Porém um engenheiro sênior disse ontem para mim que determinadas atividades de vazamento de óleo possuem uma característica jamais vista como " causa natural" ou " acidental". “Geralmente veríamos uma grande macha se locomovendo pela superfície da água, sendo empurrada para a costa...".
Só que isso não existe! Não há nenhum navio cargueiro ou plataforma derramando óleo cru externamente. O que não quer dizer que por baixo isso não esteja ocorrendo.

Todavia, se fosse nosso óleo, os exames de laboratório já teriam identificado. Faltando arriscar a hipótese de ser um navio estrangeiro naufragado expelindo óleo lentamente do fundo do mar ou barris que estando ao fundo do mar, tenham vazado na mesma proporção.
Tudo leva a crer que esteja nas profundezas a real explicação do problema, segundo ele.
Eu perguntei: - Mas poderia também ter sido diversos barcos em diversos pontos “vazados propositalmente seus conteúdos?” – Sim, é uma possibilidade plausível, explicaria como o óleo aparece e desaparece sem deixar rastro. Mas, ataque do tipo ecoterrorismo seria de uma covardia contra a fauna marinha de uma monstruosidade terrível!
Eu só espero que apesar da ideologia das pessoas, os fins não justifiquem os meios, que crimes não sejam praticados em nome deste ou daquele político. Já tivemos ataques cibernéticos com o silêncio sepulcral de parte de uma ideologia que pensa como seus criminosos, agora estão atacando animais e ecossistemas que são totalmente alheios aos nossos devaneios.
Quer mesmo tomar um poder? Vale tirar vidas?

Quem é o leão?


Eu já tinha visto esta montagem há mais ou menos 3 semanas, uma bobagem qualquer, feita por um seguidor. Ponto!
Mas, o Carlucho achou de fazer graça e retuitou na rede do pai, aliás como sempre. É a história do leão ferido e perseguido pelas hienas que são inimigos naturais desde sempre. O vídeo ganhou polêmica porque o inimigo é todo o resto que é contra, tipo: Globo, STF, Folha e BLÁ BLÁ. Não foi criação do Bolsonaro, até duvido que ele soubesse disso até que a merda tivesse ganhado as manchetes de propósito, porque se não são hienas, são do tipo macaco em cima do muro para jogar casca de banana. 
Teve até Decano do STF rugindo alto hoje no twitter. Por sinal: leões é que anda faltando no lado do povo. Tá faltando o Exercito brasileiro rugir alto, mas tão alto, à ponto de estremecer as bases de Brasília e adjacências. De um jeito que leões fracos se transformem em gatinhos. Se tem ainda uma instituição que não tá desmoralizada com essa bagunça de publica isso, posta aquilo,diz que mijou no poste, fala da mãe do outro, etcetera, é ainda o núcleo do comando marítimo/território/espaço aéreo brasileiro. 
E, acho que como legítimo representante da segurança e bem estar da nação, deveria rugir até os confins do Estado Maior, para que todos ouçam que esta casa que hoje é um cabaré, tenha noção que tem dono. O povo brasileiro é o único dono.
Principalmente, porque estamos prestes a soltar um pulha que nos mergulhou nisso tudo e com ele, milhares de presos perigosos, dos quais: assassinos de filhos e filhas, esposas e maridos, crianças e idosos. O brasileiro não merece pagar esta conta! Que o leão ruja aos quatro cantos!

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Não desliguem os aparelhos!


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Em 2005 fui há uma palestra onde o tema era a explicação do “Por que de algumas pessoas passarem suas vidas em cima de uma cama doentes”. Lá pelas tantas, surgiu uma mulher de seus 45 anos, que deu um depoimento muito interessante... Ela era viúva de um médico, cuja relação com ele tinha sido a segunda; ele já fora casado com três filhos e uma esposa da mesma área. Nesta nova relação, com um bebê pequeno de dois anos, ele teve um AVC e ficou internado, após alguns dias entrou em coma e assim se estabeleceu por meses... A família dele anterior já discutia eutanásia, seus filhos: dos três, um era médico, e achava aquilo desumano para com seu pai. A questão corria em litigio com as duas famílias, até que a atual esposa sonhou com o marido agoniado pedindo para que ela esperasse por ele; Ela pensou que poderia ser um aviso, e insistia lutando com a outra família que a ouvisse; mas crer nisso, para alguns médicos é sandice total, até que a filha da outra família também sonhou com o pai, mas desta vez irritado com eles. Isso deu sobrevida ao moribundo ganhando mais tempo. Dois anos se passaram, e seu marido faleceu, todos muitos comovidos, porém uma mágoa ficou plantada no seios das duas famílias com aquele impasse. Isso a incomodava tanto que ela e a filha do marido do outro casamento procuraram ajuda espiritual, com alguns meses decorridos da morte, receberam uma notícia muito peculiar que foi trazida por uma jovem médium, não da casa espírita em que elas frequentavam, mas do hospital em que um dos irmãos mais céticos trabalhava. Uma paciente de nome Adriana, tratada pelo irmão no pós-cirúrgico, perguntou ao médico se ele teve um pai falecido recentemente, no que ele respondeu que sim, ela perguntou se ele esteve em coma, ele consentiu que sim, mas ela contou detalhes específicos em que só ele sabia. E nesta hora é que todo cético aprende o valor da vida. Ela disse o seguinte, que foi transmitido à irmã posteriormente...
“Sabe aquele dia em que você estava querendo desligar os aparelhos? – Eu estava vendo tudo... Sabe aquele dia em que vocês brigavam por minhas coisas e diziam que se preocupavam com meu bem estar? – Eu estava vendo tudo... O que você não sabia é que eu não tinha mérito algum para subir aos céus! Eu já fiz partos clandestinos na juventude, operei por dinheiro, fiz coisas em que não me orgulho... Porém, um bom amigo daqui do mundo espiritual, perguntou-me se poderia usar de meu conhecimento como médico para ajudar outras pessoas e praticar assistência médica em corpos de outros médiuns. No que fiz prontamente. Em todo percurso em que estive dormindo no corpo, minha alma voava na ajuda aos necessitados e fiz em dois anos o que não fiz em quase 50. Hoje sei que às vezes é necessário um tempo para se pagar um preço. Nunca mais briguem por mim”.


Nem todo mundo é seu amigo, muitos estarão contigo pela conveniência de estar inserido na bolha social deles. Outros por interesse material, e alguns porque é momentâneo. De fato mesmo, os reais amigos não são mais nem lembrados pelos nomes, mas como família.
O resto não citado é traíra!

O que é mais distante?

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Parece engraçado, a princípio a lógica é verdadeira, mas não é; justamente porque as pessoas costumam julgar superficialmente as coisas e pior: segundo seus próprios conhecimentos, o que é errado! Tudo merece duas questões: Eu posso julgar? Eu tenho conhecimento suficiente para julgar? Nem tudo que se vê logo de cara é a verdade.

As aparências enganam.... isso eu sei, mas engana muito mais quando queremos acreditar demais nisso também. A lua não é mais perto, tanto quanto a beleza não é referência de bondade. O rico não é rico porque é desonesto ou o pobre mais humilde porque é pobre. Nada é definido assim tão facilmente. A gente é o que é no dia a dia, sobretudo quando tudo sai do controle, principalmente quando nos falta o chão. Com vida fácil todo mundo é bom, belo e generoso. Saber distinguir o momento do que é a verdade, nos ajuda avaliar quem queremos ser.