quarta-feira, 31 de julho de 2019

Bolsonaro X OAB (Presidente)

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Infelizmente o debate de ideias entre os dois é nulo! A OAB cai na falácia por ter no seu quadro presidencial uma figura que atua mais como político do que como executivo representativo do órgão que merecia ter alguém mais lúcido. É um filiado ao PT que não esqueceu da bandeira que presta serviço. Desde o início do ano de 2019 arruma qualquer picuinha para atingir o governo, inclusive ele é autor de ofensas ad hominem ao Ministro Moro. Por outro lado o Jair Messias Bolsonaro não larga a campanha de 2018. Busca falar o que pensa, quando às vezes falar o que pensamos é total inútil. " Boca fechada não entra mosquito..." Não entra porque se abrir sai merda...
Outro que usa da figura argumentativa ad hominem para respaldar suas falas. Enquanto isso eu torço que ambos apenas estivessem no campo da argumentação ad rem, que o sonho de qualquer que queira no campo das ideias e dos projetos.
É um dano sem volta essas falas todas soltas cheias de ódio ao opositor. Desde muitos milênios os gregos nos ensinam que esta tratativa de atacar o pessoal e desqualificar a pessoa em função de diminuir ou fugir do assunto em foco, é uma coisa própria de políticos e gente pobre de raciocínio para o debate. Tudo que ouvi e li, é justamente assim: Desqualifica o cara, para que o assunto que mais importa não seja colocado na mesa. É como se um médico preso por desacato por exemplo, não pudesse opinar sobre uma doença em função do erro civil e criminal dele. O erro não tem nada a ver com a resposta, mas o cara vai lá e acusa-o de péssima conduta como se esta fosse a cerne toda da questão. Só saiu isso nas redes sociais e na briga dos dois. " "Você é fascista e blá blá...Não pode fazer isso e blá blá", ou " "Também é petista já tá tudo errado".
Suponho que os dois precisam voltar ao jardim da infância.

The Voice Nordeste

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Mais uma vez a rixa se acentua Nordeste versus Brasil.
Que eu diga logo antes de tudo: A cantora paraibana é talentosíssima. Ponto final!
Mas, aquilo que deveria ser "A VOZ", acaba transformando-se em um debate de regiões, o que é ruim, porque ninguém quebra esse ciclo de ódio.A cantora de João Pessoa da banda "OS GONZAGA", ao invés de surpreender a todos e desta vez mostrar um repertório que nós somos também capazes, inicia como? Como? - Com um forró!
Putz! Nada contra nossa música regional, contra o forró, eu gosto, mas desde sua criação nos EUA (The Voice) virou uma franquia mundial que destaca e premia a melhor voz daquele país e dentre a melhor voz, o melhor repertório que um cantor possa ter. A cantora pessoense, por melhor que tenha uma voz linda, quase e foi no último segundo que ela foi escolhida, parecia um prêmio do consolo. Na minha cabeça os jurados viraram porque imaginaram que estariam ignorando uma possível nova "Elba Ramalho", foi o que interpretei. Eu lamento que depois que ela foi escolhida, as redes sociais inundaram com as opiniões repetidas todos os anos: "Agora vai!", " Se não roubarem este ano...", "A paraibana é a melhor!".
A região nordeste foi a única que não empregou ninguém, só demitiu no ano de 2019. Vivemos repetidamente a história do cangaço e nossas mazelas e picuinhas regionais. Quando não estamos brigando com o sul/sudeste do país, estamos rivalizando com Pernambuco, RN ou Bahia. Por sinal, os baianos e baianas: Ivete e Claudia Leite, souberam muito bem deixar de lado as breguices regionais e foram cantar em inglês, rock melodia, baladas, reinventaram-se ao seu modo.
Eu torço que um dia a gente vá trabalhar apenas e esqueça as críticas, as bolsas famílias, os preconceitos, para arregaçar as mangas e criar uma nova geração de nordestinos inseridos no país. Porque esta geração antiga é muita chata! Chorosa, reclamona, cheia de "direitos e razões".
P.S: Sei que terá alguém dizendo nos comentários que o Bolsonaro é o culpado e blá blá... Foda-se o Bolsonaro!

terça-feira, 30 de julho de 2019

Contando seus anos

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O melhor dos mundos é o pai querendo que os filhos sejam bons exemplos, pessoas corretas, cidadãos do mundo. Também desejo isso, mas desejo muito mais: desejo que seja ela mesma. Na esperança que na qualidade em que se deposita todo amor a pessoa vibre em amor. 
Minhas filhas são a minha kriptonita. Cada sorriso gera um sol em explosão de emoções. Cada choro, uma preocupação em servir de escudo para sua dor.
Mas, por enquanto eu conto seus anos... Conto cada dia que acorda e vai dormir;
Conto com seus sonhos e suas vontades de criança;
Conto com seu sorriso e sua implicância com a comida;
Não quero que seja nada além de uma linda criança. Não espero nada que não seja a simples verdade, quando quiser brincar – que brinque – quando quiser assistir que assista seus desenhos. Eu quero que seja feliz, porque a felicidade é momentânea, deve ser vivida e não desperdiçada um só segundo. 
Quero que assopre velhinhas se tiver vontade, que coma bolo até um sorriso de palhaço se faça em sua face, que suje os dedinhos em bolo de chocolate, que diga “Xíii sujei minha roupa...”. Eu quero o que você quer, até que a nossa vontade passe a ser uma só vontade.
Só não quero que seja como eu! Não na minha essência. Porque nós somos base, mas o melhor da gente vem no depois de dar a vida. Você vai entender muito depois...
O melhor dos exemplos que posso te dar é ser feliz como a vida me oferece. Sem reclamar do que não posso mudar, sem perder a fé quando tudo der errado – sem desmotivar quando a porta se fechar. O melhor de mim é ser eu mesmo e melhorar a cada passo; não me sentir inteiro sem o amor do outro; não me sentir absoluto sem pedir desculpas. Amar para ser amado e demonstra que as aparências enganam. O mundo é feio eu sei, mas você faz a vida ter cores e raios de arco-iris. Feliz aniversário Sophie! (04 aninhos de amor).

segunda-feira, 29 de julho de 2019

Vencer ou não

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Eu estava vendo as histórias de algumas pessoas que venceram em algumas etapas da vida. Seja por muito tempo, pouco ou momentaneamente. Até porque existem aqueles que culminaram em estar no lugar certo e na hora certa. Faz parte também do jogo da vida. No programa, perguntarem qual era a sensação de vencer em algo. Todos souberam responder com aquele olhar da alma de quem resgata uma lembrança forte, maravilhosa. Porém nenhum soube dizer como caíram... Quando e como de uma hora para outra cessaram os convites, os elogios, as exaltações aos feitos e etcetera.
Só sabem dizer que um dia acordou e não tinha mais a fama ou poder que dela emana.
Se não faz sentido o que estou dizendo aqui para você, é sinal que também você não percebeu que a vida é cíclica. Não mantém ninguém no topo.
Que seja qual for a sua decisão ou caminho, um dia será só você e você, mais ninguém. Que o plantio cobra colheita.
A força de uma pessoa é sobretudo mental e espiritual, não há separação das duas coisas. Quando um fraqueja ou outro não se mantém. Quem faz o próximo de escada, um dia vira chão.





Super homem versus kriptonita

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Gostamos de pensar que somos fortes. Invencíveis se essa palavra existisse na prática.
Nem mesmo os heróis são!
Temos nossas fraquezas, mas algumas fazem tudo vale a pena. 
Que bom que existe a kriptonita para o super homem, dá razão para gente não achar que o mundo é tudo horror. Que vale a pena chorar por saudades, amar com vontade, viver para ser feliz mais na frente. Não queria ser tão forte ao ponto de secar as lágrimas e cessar as batidas do coração. Ser fraco pode servir para compreender a natureza da força que nos empurra a seguir adiante. Acreditar no mundo apesar da natureza fria e distante de algumas pessoas. Ser forte ao extremo, nos dá uma sensação que não precisamos de ninguém. Eu ainda preciso ouvir o som das vozes das minhas filhas, do agradecimento por fazer algo de bom alguém, de saber que uma pessoa pode pensar em mim, mesmo não merecendo às vezes. Ser forte o todo tempo nos transforma em inimigos dos outros. O mundo não torce pelos heróis invencíveis! As pessoas ainda não sabem aceitar a alegria infinita de alguém. Ser humano, é ser um pouco kriptonita também, tira do herói a soberba, para emprestar a ele uma humanidade como a nossa, cheia de falhas, mas com virtudes de uma mãe que não abandona nem o filho bandido.
Eu preciso como muitos, aprender sorrir nas dificuldades e chorar na felicidade para não me sentir distante da humanidade.

sexta-feira, 26 de julho de 2019

Crenças Populares - Paralisia do Sono

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No meu caso, sempre tive, desde criança, acentuou-se muito na adolescência até certa altura dos 25 anos.
Eximindo as possibilidades de ser algo fisiológico ou emocional, porque é nossa obrigação averiguar sempre se não é coisa da sua cabeça ou problema físico, avaliado por médicos, e etc. Fazendo todas as ressalvas possíveis, resta o aspecto espiritual. Não é a alma viajando e voltando para o corpo, nem penso assim, para mim a paralisia do sono sempre foi muito real, muito intensa, de ter sons e às vezes eu ver coisas acontecendo no ambiente, antevendo até como seria quando acordasse. Em minha opinião, a paralisia do sono é quando seu corpo atinge um estado de REM tão profundo que todas as suas defesas espirituais relaxam, daí surge o contato de “ENERGIAS ESPIRITUAIS” densas, que ao tocar em você causam a confusão mental-emocional-espiritual, um quase “choque”. Tem certas “energias” que principalmente se forem muito diferentes de você, afetam de uma forma o todo, o ambiente que você sente até a aproximação dela causa distúrbios físicos.
Portanto, a paralisia do sono, excluindo os problemas de ordem fisiológica (médica), é a maneira sobre o qual o corpo reage ao contato com o mundo não físico.

A verdade que não é verdadeira...


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Uma vez eu disse para uma pessoa que não gostava de cuscuz. Apenas isso: não gostava de cuscuz. Acho que até usei “detesto”. Como isso foi repassado adiante? – “Ele disse que odiava seu cuscuz...”. A informação em sua base esta correta: Eu detesto cuscuz realmente! Mas o contexto está totalmente fora da minha realidade. Começa assim então a desconstrução de uma pessoa pela fofoca venenosa. Isso é injúria, uso indiscriminado de um fato para formular uma falsidade.
É assim que denegrimos pessoas, juízes, médicos, amigos, familiares e outras pessoas. Usamos de nossa prerrogativa de saber algo de alguém privadamente para atingir outros objetivos, mediante do que pensamos sobre a pessoa. Se gostarmos dela, é um fato irrelevante saber minha preferência ou não de cuscuz. Mas, se não gosto, quem sabe posso prejudicar tendo esta informação? Fofoca nasce disso: Da nossa má vontade com os reais fatos que temos sobre uma pessoa. Uma pessoa com vontade de prejudicar alguém - ficará se coçando para arrumar qualquer coisa e agirá nos contextos. O meu exemplo é um em milhões de outros exemplos que assolam o mundo das fofocas e das contextualizações. Quando uma notícia sua se espalhar fora do contexto que foi dita, vá atrás e saiba que quem originou o fato, te odeia muito.No mínimo é desonesta, porque o ódio mesmo de forma vil, pode ser racional, se a pessoa que o tem, for uma de princípios honestos, ela não agirá na sombra, não levantará falso testemunho, mesmo te odiando. Quer um exemplo do que eu falo? Uma mãe que perdeu seu filho para um bandido. Ela pode odiá-lo; mas se for honesta, quererá que ele seja culpado pelas provas verídicas, nem mais e nem menos que a verdade. É utopia pensar assim? – Pode até ser, mas citei um caso extremo, tem gente neste mundo que levanta falso testemunho por coisas banais, coisas sem valor moral algum, só para ver alguém sendo prejudicado. É o que mais defenestro na conduta humana, a fofoca com veneno letal, própria de gente desalmada e não amada.  

quinta-feira, 25 de julho de 2019

A Garota de programa e a sonhadora da Selfie.



Testemunhei in loco uma briga entre duas mulheres. A razão: Um suposto namorado e sua traição. A garota de programa foi acionada por um homem e atendeu prontamente. A namorada em questão descobriu a traição, o fone, a conta e achou a garota de programa.
Na briga a acusação era que “Tomou meu namorado”.
Na minha visão: Ninguém toma nada de ninguém... As pessoas vão porque querem. Sabe o que é engraçado? A garota de programa sabe que para ela não existe o depois nas suas relações... Não tem aquela ligação dizendo que sente saudades do cheiro dela, do abraço, dos carinhos. Mas, ela vive o que tem e o que escolheu. Não coloca na sua rede social “saudades de ninguém”.
Enquanto uma sabe pelo que vive e suas razões, a outra acredita que tem predicados muito melhores que a garota de programa. 
Uma não exige nada do amor; a outra pensa que tudo é fácil, porque ela exibe selfies e finge felicidade.

quarta-feira, 24 de julho de 2019

Não é livre para ser você mesmo

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Há mais pessoas presas do que livres neste mundo. Presas em seus problemas e atitudes. Presas em suas crenças, ideologias, medos e temores. Quando nada ou ninguém tem como te prender, você mesmo encarrega de criar para si grilhões. Bota a culpa do que pode acontecer na vida e no futuro em si ou nos outros – esta é sem dúvida a pior das prisões.

Uma liberdade sem prazer é gaiola de ouro. Independência da boca para fora. Grito sem plateia. Certa vez uma mulher belíssima me disse que seu maior medo era ficar velha. Atrelava a sua beleza à culpa do tempo. Eis aqui outra prisão sem grades. Uma luta incessante para fugir do inevitável, daquilo que nos iguala em tudo. Não bastava o impacto que causava sua beleza; não era o bastante para esconder seu medo. Para os outros era uma fortaleza, mas para si, a possibilidade de diminuir sua beleza o pior dos pesadelos. Fosse este o único problema seria mais fácil entender, mas há na vida quem aposte sua felicidade numa só tomada, como em filme de cinema. Há quem se fixe tudo no mais rasteiro e supérfluo dos desejos, sendo feliz por contas gotas. A prisão da mente é condenatória. A prisão do medo do que os outros vão pensar é a mais diminuidora. Ou a gente se torna mutável, condizente com a mutação da vida, jogando o jogo da vida e nascendo mais forte para cada perda, ou então: Seremos prisioneiros sem que ninguém consiga fugir.

Por que viajamos?

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Muito de nós tomamos a atitude de viajar, não pelo prazer - mas para fugir da gente. É conflitante dizer isso, mas há quem viagem para contar uma nova história de si para si mesmo. É como um escritor que deixa a mão se mover imparcialmente sobre a mesa, descrevendo lugares e emoções nos quais nunca viu ou sentiu. A viagem é para alma, não do corpo.

O corpo está preso no seu presente que fala do passado. É na paralisia de não conseguir mudar que a viagem entra em sua vida. Talvez lá fora possa se xingar tudo aquilo que não xingamos aqui. Ser uma pessoa melhor, agindo como se tivéssemos acabado de nos conhecer... “Prazer sou eu...”. Há quem viaja para aprender se ouvir. Silenciosas são todas as nossas maiores decisões.

A viagem é o sonho acordado que não queremos dormir... Sempre que ouço muito sobre os viajantes, penso que tudo que resta é uma mochila nas costas. PAGAMOS BOLETOS, CRIAMOS FILHOS, OBEDECEMOS ORDENS. Sim! Viajar é também um exílio de tudo isso.

Os nossos demônios


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É incrível como somos dualistas. Todo mundo tem um lado B, se consideramos a segunda opção como nosso pior lado. Ninguém escapa! Nem adianta ler isso e dizer que não tem. Em algum momento da vida andamos de braços dados com o melhor e pior de nós mesmos.
O que ninguém entende de fato é que isso é uma condição humana. Muitos apontam o dedo para o próximo dizendo: “Ahh... Mas não era tão honesto?”.  Outros levam para o tom de acusação, acusando tudo de pecado. “Não pode fazer isso que é pecado...”. Mas, pecam por dizer. Costumam esconder-se nas ações omitidas dos olhos, não do coração.
Erramos não porque temos demônios em nossa dualidade, mas porque pensamos ser uma pessoa muita melhor do que somos. Ao santificar uma mentira, trazemos à tona o nosso pior lado. O arquétipo da construção do bom marido ou da boa esposa, ou do bom trabalhador, da pessoa honesta, atrelado a uma relação ruim ou circunstâncias que só criamos para os outros verem. Onde está o erro? Em projetar isso e viver por escolha própria a mentira. Sim, mais da metade daquilo que nos culpa, também nos transforma.
Muitas pessoas que quebraram as correntes da culpa, não sofreram mais, não se sente em pecado ou em erro. Quando você não quer viver mais uma mentira, acredita que precisa sair do ciclo danoso que criou, o demônio interior se vai... Portanto é bom saber que trazemos muitas coisas ruins para dentro da nossa vida, justamente pelo medo de seguir, pela incapacidade de escutar críticas ou medo do fracasso. Com medo, ficamos paralisados até para ser feliz. Daí sucede-se intermináveis atitudes que geram erros sobre erros, fracassos sobre  fracassos. O tal “dedo podre” é um desses fatores. Ganhamos um “poder” de colocar a mão sobre as coisas e fracassar, porque permanecemos querendo viver uma mentira. O rei Midas ao contrário.