terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Nada é impossível

Nunca amei ninguém que não fosse possível amar plenamente; e sob todas as formas.
Nenhuma foi desnecessária e nem tão pouco gerou arrependimento.
Se assim fosse verdade, teria eu sido vítima das minhas próprias escolhas. A gente ama ou se aproxima por compatibilidade de sentimentos. O então é amor platônico! Que seja platônico, mas foi por escolha própria.
Nessa vida é assim: ama-se primeiro – pensa depois.
Se esperar para decidir, perde-se o trem da vida, que nos impulsiona para frente.
Por sorte ou por pensar assim, é que convivo bem com a consciência no travesseiro. Não que não tenha erros cometidos a se reparar... Sim senhor! Tenho todos eles.
Más, é pensando em não me dividir que consigo ficar por inteiro.
Não me divido entre a culpa e meus erros, nada disso! Eu inteiramente me colo e me conserto, refaço caminhos, volto passos.
Para se caminhar na vida ou se é descalço e enfrentam-se as feridas abertas na sola do pé surrado ou então se cobre; calçam-se as sandálias para nunca mais sofrer...
Mas viver nas nuvens... Nunca! Eu não tenho - melhor eu não dou asas às loucuras de dizer que amei más fui surpreendido.
Engando pela vida e pelos outros.
A gente é por que é. A gente recebe o que doa.
Deixei em algum lugar da estrada, os rancores, quase todos perdidos de armas nas mãos. Falo e falarei sempre com qualquer um que queira seguir adiante e também se perdendo - deixe na estrada da vida os seus despejos de culpas.
Nenhuma palavra dita, nenhuma ação defendida, nenhuma frase que se soltou da boca, pode ser mudada. O que se falou ou se fez, fica guarda apenas nos livros da história particular de cada um. Mesmo, eu que amontou um monte de memórias, aprendi que elas só tiveram efeito, enquanto eu dava importância. Portanto é com o tempo que se aprende, que viver é confluir com as águas de todos mares e rios, e que nós pessoas, nos encontramos em todos os cantos, em todas as curvas, cedo ou tarde teremos algo para contar. Que seja então...algo belo.

Segurança

Estive por muitas vezes em baixo dos pés dos outros, segurando o mundo delas para não cair; enquanto o meu tremia e me ameaçava.

A fragilidade incomoda

A fragilidade é um sintoma que incomoda muito as pessoas ao redor. Porque ela é um principio de depressão, mas não é a depressão em si. Nem todo mundo desenvolve para a depressão, mas quem tem a depressão se torna frágil constantemente.
Mas, falando só da fragilidade, isso incomoda muito e afasta as pessoas. Em meus 42 anos de vida, já me vi fragilizado em alguns períodos críticos. E senti na pele como as pessoas olham para você, de forma quase que frustadas e decepcionadas. Elas esperam de ti uma fortaleza à todo instante, e ninguém é isso 365 dias do ano.
Então se tornar frágil ou fragilizado não combina com início de relacionamentos. Não combina principalmente com relacionamentos que passam por conflitos.A tendência da outra é como a natureza faz com seus mais fracos: Te repelir, se afastar de você.
Tudo que tu faz, fica superlativado em razão das suas necessidades crescentes: Maior carência - maior medo - maior insegurança e etc. Ninguém gosta disso! Mulheres costumam fugir de homens assim; eu já vivi isso! Mesmo que haja uma desculpa forte para seu momento frágil; no geral existe a grande possibilidade do afastamento. Tem também os aproveitadores, que não perdem a chance de encontrar uma brecha para te prejudicar.
Lógico que nem tudo é ruim, no todo e na sua essência. Existem pessoas que fragilizadas, recebem a oportunidade de serem mais humildes e dão espaço para que quem gosta de verdade, se aproxime e ajude. Nada é tão definitivamente ruim, até que se descubra a ocasião certa.
A força está na fé que isso vai passar. Que tudo passa. Sair de uma vibe fragilizada - para uma de autoestima é um processo diário. Lembrando porém que é preciso tirar lições de tudo. Evitar a revanche e não esquecer de quem esteve contigo no processo todo, reavaliando atitudes antigas e substituindo por novas, de teor mais elevado.

Para que falar?

Definitivamente, eu não tenho inveja de salários, relacionamentos, carros, casas da vida alheia! É um ponto que não cresceu comigo na configuração final da minha personalidade. Tão pouco curto divulgar intimidades. Acho que até uma certa altura da vida de uma pessoa, contar detalhes, esmiuçar segredos sórdidos, faz parte da construção do caráter. É canalhice, mas tá no jogo agir como um otário.
Na mesma forma, acho pouco producente ficar atacando colegas de trabalho ou amigos. Ninguém transformará eles em excelentes profissionais ou melhores amigos. Contudo, se vier a prejudicar meu trabalho, agindo porcamente, ouvirá de mim a bronca. Porque ser legal, não é ser relapso Ser legal pode até ser encher o cu de cana com os outros, mas não tem nada a ver com o agir certo. Não perco meu tempo fofocando para chefia. Nem tão pouco contar quem pegou quem - com quem está - com quem foi transar. Cada um faz seu caminho.
Digo isso não porque quero ser bonzinho. Detesto a expressão " Gente do BEM ".Não sou do BEM. Dispenso os estereótipos a meu favor ou contra. O que não faço as pessoas, veio justamente daquilo que não curti que fizeram comigo. Foi por experiência. Por sentir na pele. Por levar porrada! Por ter praticado também, e por ter prejudicado, magoado, ferido as outras pessoas. Já dei motivos para se sentirem decepcionados comigo. Portanto, bonzinho são os cambaus! Nunca vou crer em gente que se mostra como BOM, divulgando seus feitos, superestimando seus trabalhos, fabricando sua religiosidade, e etc, etc, etc.
Gosto da liberdade sincera de não ter que prestar contas dos feitos. De não ter que receber aplausos. Exigir curtidas à esmo , afim de aplacar minha fome de aceitação.
Quero a liberdade dolorida de poder expor visceralmente minhas culpas, erros e acertos, sem ter medo de chocar. Meu limite é não expor os outros. Não massacrar, reprimir e angustiar ninguém com meus medos.
Meu maior desapego é com o passado. É um ambiente pra mim que só serve para se guardar no baú mais velho e no canto mais escondido da casa. " Para todo sempre meu esquecimento" - Seria minha frase preferida estampada em letras garrafais.
Até porque, quero um dia acordar e perdoar, esquecer e refletir, assim como faço todos os dias...
Passado é um vitral partido, contado peça a peça, pedacinho por pedacinho, todo feito de cristal.

Aprendendo com a vida

No filme Um Sonho de Liberdade, o personagem do “velho" após 40 anos de prisão, ganha liberdade e sai da cadeia. Depois de 15 dias no mundo “livre” sem saber como agir, falar e se comunicar com as pessoas, sem emprego também, pega uma corda e se enforca. No livro Chico Xavier em sua biografia, foi perguntado por que ele gostava tanto de tratar as prostitutas. E, Chico respondeu aquilo que sabia: - Elas, por toda a vida, só sabem fazer isso, o que esperar das pessoas? Que elas não sejam elas mesmas?
Iris é uma mulher jovem, mais ou menos 33 anos, uma pessoa que frequenta muita a sua igreja. Ela já atentou contra sua própria vida em um passado remoto. Luta entre a balança e a criação de seus filhos. Todos os dias ela posta e agradece à Deus qualquer coisa que aconteceu no seu dia. Menos os dias ruins...
Costuma muito valorizar seu trabalho, divulga que trabalha incansavelmente. Um fato verdadeiro, mas por quê?
Na sua igreja, o pastor disse: “– Devemos valorizar e agradecer tudo à Deus”.
Ela executa esse mantra com muito esmo. Más, não muda a sua vida. Não muda os sentimentos ruins, quando volta para casa. Não muda nem mesmo seu temperamento irritadiço de responder atravessado, brigar por qualquer coisa, assim como chorar e se entristecer fácil.
Dizem os sábios, que é falta de fé! Minha vida toda, e a sua que leu até aqui, deve ter ouvido isso também. Ensinaram-nos que quando tudo já foi tentado, sobrou então à falta de fé para ser resolvida. Assim como “agradecer por tudo” é a resposta padrão para todos os males; alguém determinou que para todo o resto, a falta de fé explica.
Se fossemos carros em linha de montagem, até poderia ser... Crer ou não crer em Deus ou em algo, não nos faz pior ou melhor. Nem menos inteligentes. Nem menos capazes de resolver os próprios problemas. Pelo contrário! Pode virar uma bengala emocional tão forte, que nunca pensaremos mais sozinhos. Alguém terá o direito de responder por nós e nos dizer o que fazer. Assim como Iris, somos bilhões no planeta que faz o “padrão” para não decepcionar ninguém. Age como se aprendeu, para que ninguém venha dizer que foi falta de fé. Contudo, não resolve o vazio interior. Angustia de não saber ser mestre da própria vida. Eu mesmo não sou capaz de dá rumo a minha quiçá a dos outros. Mas, pelo que pouco sei, dizer que está tudo bem, não estando – não funciona! Nem mesmo publicar, gritar e repetir o nome de Deus, todos os dias. As igrejas não estão preparadas para as pessoas que não sentem a fé tão decantada. E não tem nada a ver com Deus. Para mim existe sim Deus! Más a fé não habita o coração de quem se sente preso. Se você de alguma forma não se encontrar em equilíbrio com aquilo que é por dentro, e aquilo que pode ser de melhor, habitando e confluindo-se – entendendo e aceitando suas fraquezas, corrigindo-se, mas não se punindo. Nada! Absolutamente nada, vai dá certo!
Segurar o casamento falido porque alguém disse que era para sempre.
Terminar o curso de direito, porque a família é da área.
Amar alguém porque não tem mais saída
Não aceitar sua sexualidade
Não aceitar que tem problemas. Vícios. Culpas. Medos. E que como qualquer um precisa se curar de dentro para fora e não de fora para dentro.
Nunca achei que Deus precisasse da gente. Nunca achei que ele precisa de orações ou fé. Deus é um ser que compartilhou de sua estima conosco. E acho que você é o que é, porque ele decidiu que seja assim. Até que você não queira mais ser assim, e passe a querer ser melhor ou pior. No livro que vai virar filme em 2017 – A Cabana, Mackenze discute isso com Deus ( velha negra ). “Quem disse que eu preciso que creia em mim?”
Antes de tudo é primordial que creia em si primeiro. Sem o qual toda fé é vã e seca.
E não me venha com pensamos de arrogância! Autoestima não é isso, nem mesmo pretensão de ser alguém grande e poderoso. A gente tem é que se sentir em paz dentro da gente. Só isso.

Nós e Elas


Tenho visto por aí que mulher feliz está no fim do arco-iris
Acho que ela poderia se espelhar no pouco que a gente tem de bom.
Nós homens, apesar dos muitos metrossexuais, somos um tipo de ser humano que não acorda vendo rugas, defeitos corporais. Lógico que encolhemos a barriga e estufamos o peito nas fotos. Más, fora isso, tudo bem, o dia segue sem muita preocupação.
Já a mulher acorda sentido culpa pelo dia anterior. Tenho visto em alguns encontros ultimamente que entre o Facebook e a realidade existe uma maquiagem de diferença. Seja por um efeito de um aplicativo que apaga todas as imperfeições, seja pelo ângulo mais favorável que ela buscou na foto, no final de tudo, resta se mostrar-se de fato e à cores. E em público, a barriguinha com dobras existe. Tanto quanto uma estria existe. E os demais defeitos também.
Más, e daí? Homem que é homem, enxerga o todo. Lógico que dita a regra pela conquista. Mulher ainda é um prêmio.
Entretanto, a maturidade nos dá visão mais ampliada.
Seja pelas escolhas erradas, seja pela experiência, cheguei em uma etapa da vida que só bonita é pouco. Não me apetece a beleza distrativa de uma mulher.
Não sou o único, muitos são assim. Cresceram os meninos em corpos de homens, e hoje podemos esperar.
Afinal, descobrimos que a mulher sonha com o homem lindo, porque a razão disso é a mesma que se fala que mulher não se arruma para ela, más para as outras.
Passado esse momento, mulher se ajeita e sossega com homem que a faça sorrir, que seja ladrão de seus pensamentos. Que saiba se abaixar no carro e troque um pneu como só um bom borracheiro sabe trocar. Masculinidade é a palavra que se quer achar.
Mulher que trocou de pele, não se intimida com açoites.
Mulher que já chorou por alguém, é muito mais verdadeira.
O homem não tem sonho de ser bonito. Homem gosta de ser forte. Homem tem é medo das comparações. Para ser feliz, precisa de respeito.
A mulher para ser feliz, precisa de admiração.

" Prefiro fazer amor "


Talvez seja a frase com relação ao sexo mais proferida no mundo. Dá entender que só amando para fazer sexo. Seria esse o significado. Mas, e quando a pessoa em questão na relação não te ama? Fica muito subjetivo isso né?
Não fica muito diferente do sexo com o amigo ou conhecido de modo carinhoso.
Para mim, sexo com amor, é definido pelo grau de intimidade, carinho, respeito, consideração e atenção que você tenha com a parceira. Não necessariamente isso rola numa relação tradicional. Há casais que nem possuem mais tantos predicados envolvidos na cama. O respeito há muito se foi... O amor passa pela porta... A consideração fica na cozinha.
Depois que percebi que as relações carimbadas com o selo de garantia eterna, até que a próxima briga chegue, passa existir numa relação, tudo muda. Inclusive esse tal fazer amor. Na ilusão parece que toda transa, terá o aval do mundo, a partir desse instante. " Se estão juntos, então é por amor o sexo ". Funciona assim mesmo? Há quem diga aqui essa garantia?
O sexo promiscuo não precisa quem o acuse e nem o defende. Ele existe por si só, e nesse mundo não há quem levante a mão e coloque-se como santo. Um dia ou outro, a decência escorre pelo ralo, e nos pegamos transando por carência, dor ou saudade.
Ele é muito bem claro e definido pela ausência de tudo aquilo que citei acima. E sem importância ele é portanto vazio. Assim como vazio são nossos tantos outros atos, quando queremos nos ausentar da relação. Vira e mexe alguém roga aos céus passar um mês sem ver sua mulher ou marido. Vez por outra, a pessoa fica sem saco total, e no sexo o amor deixa de existir.
Portanto " fazer amor " é subjetivo. Tão subjetivo que necessita a chancela de outra para ser amor.

A morte de George Michael


Memory


Esse cantor que começou no grupo Whan, embalou dois sucessos na vida, "Careless Whisper" e "Freedom 90".
Ele estourou em uma época onde a gente ouvia rádio e corria para gravar em fita cassete BASF.
Comprar LP era uma vez no final do ano ou ganhávamos de presente.
Isso remeteu longe em um tempo que não era melhor que hoje, más era diferente. Tão diferente, que nos reunimos nas casas dos amigos para ouvir e discutir as novas baladas. Tinhamos tardes inteiras para isso. Lembro de emprestar minhas fitas e pegar outras, copilávamos os melhores sucessos. Sou testemunha de corpo presente.
Ouvi tocar Careless Whisper. Ouvia as minas gritarem por ele. Quase alucinadas pelo rebolado e pela barba propositalmente desleixada.
Uma época que não se existia o gênero gay. Para meninada, gay era aquele cara que aparecia vestido de mulher e que se apresentava nos Domingos no Silvio Santos nos calouros. E o George Michael, era - só não podia dizer - coisas de contrato. Como a Globo fazia com sua maioria de galãs. Hoje sabemos, antes não!
Eu mesmo cansei de ficar o fim de noite com a mão no botão sintonizador da rádio, caçando músicas e um dedo engatilhado no botão REC. Se pintasse Careless Whisper, sem a voz do locutor, era só gravar. Gravei com ela outras dezenas de músicas, enquanto o tempo percorria minha idade e transformava o mundo, eu seguia junto também.
Pensava no meu futuro, nas coisas que viriam pela frente. Registrei sonhos. Registrei magoas. Decepções e a tal felicidade também.
Em cada música eu registrava pessoas, como hoje fazemos arquivos e guardamos na memória do celular, dei nome a cada pasta, cujo teor tinham emoções ligadas. Os melhores sucessos dançantes - dei nome de momentos ÚNICOS. Aos que chorei - ETAPAS. E a todos os outros, nos quais passamos pela vida de alguém, assim como passaram pela nossa, eu dei nome de Memórias.
E memórias são tudo que resta...

Interessante é o tal do próximo.


Mais interessante são as opiniões à respeito do tal amor ao próximo.
Amar os pais, os filhos, os amores possíveis, é muito fácil!
Gostar de quem gosta da gente. Concordar com quem concorda conosco e valorizar amizade de gente muito amiga.
Todavia, tratar com a mesma deferência, se nenhum ressentimento, pessoas que possuem conjunto de ideias e valores diferentes do seu, que é o grande segredo.
Disso ninguém quer fazer. O povo bota um textão enorme pego na internet com valores apanhados ali e acolá de pensadores e poetas, cujo significado é bem mais profundo do que ela pensa. Acho que nem lê. Se leu fez de conta que cabe no contexto do que ela pensa e vai assim mesmo.
Más, no dia a dia, acusa alguns de serem isso ou aquilo. Riem de outros. Debocham e tratam com indiferença muitos tantos. Quando não age como separatista - construindo muros de amizade... esse serve, esse é chato... esse não é mais legal. Pois é dessa hipocrisia o mundo esta cheio. Dos bons textos que circulam pela internet, grandes homens que os escreveram devem corar de vergonha. Usados à esmo, compreendido por poucos.

Sobre o discurso de Mery Streep.

http://expresso.sapo.pt/internacional/2017-01-09-Meryl-Streep-vs-Donald-Trump.-O-mais-recente-confronto-do-Presidente-eleito-dos-EUA

Além de louvável, eu separei um ponto preponderante para mim. No trecho em que ela cita que os poderosos, se não respeitarem os mais fracos, quem protegerá as pessoas do bullyng social? Todo mundo vai ver no exemplo de cima a oportunidade de praticar o mesmo. Sem punição alguma.

Ao contrário de muita gente, que trata Trump como uma idiota apenas, eu o trato como um idiota muito rico, inteligente, astuto e muito, muito poderoso agora. Subestimar a capacidade de mover ideais enraizados no espírito arcaico dos primeiros americanos, é o mesmo que fizeram com Hitler e Mussoline. Deu no que deu!
Todos os dois tinham por trás deles os mesmos desejos de hegemonia que tanto ansiava os seus seguidores.


Trump possui uma linha de seguidores radicais. Tem uma estrutura de poder forte, que representa as maiores fortunas do planeta. Então parem de julgá-lo como um tolo.

Os surtados das redes sociais, viraram psicopatas

http://www.polemicaparaiba.com.br/variedades/tragedia-homem-sequestra-ex-mulher-e-o-filho-atira-na-ex-sogra-e-se-suicida/

Mais do mesmo? Infelizmente sim! Estar tornando-se recorrente esse tipo de crime. Eu chamo de surto do mimi moderno.
Não foi a ex-mulher a culpada! Nem de novo a ex-sogra. Apesar de um crime parecer com outro. Na verdade a sequência é uma bolha que explodiu socialmente. Os motivos são sempre os mesmos: Ciúmes, inveja, ódio, traição, grana e agora tem um fator novo: Indiferença e bullyng por rede social.
Fiquem atento no que vou dizer, posso estar errado.Mas, 90% das separações hoje em dia, se seguem por farpas nas redes sociais. Cada um que gere motivações, mais que o outro. E daí começa os amigos palpitarem, parentes e familiares tomarem as dores e vai virando uma bola de neve... inchando... inchando... até que o mais psicótico dos dois exploda em revolta. Não quero antecipar aqui que todo mundo é assim, mas os tendenciosamente falhos de caráter. Os surtóides e malucos, têm a maior propensão de aparecer. E quero apresentar outro dado: Há quem curta se vingar, demonstrar virilidade, agir com indiferença e até maltratar com palavras e humilhações desnecessárias. O que não acontecia antes do surgimento da internet, pois a vida era mais privada, hoje foi elevado ao quadrado por centenas de vezes e potencializado a vingança em uma bomba devastadora para mentes fracas.
Por isso, acho que - opinião minha: A privacidade e a calma são ainda necessárias em todo rompimento. Principalmente não agir contra o outro, como se quisesse punir. Porque é como ele ou ela verá isso. Demonstrações exageradas de estou " muito bem ", " baladas e noitadas acompanhadas" com intenção de causar ciumeira, pode ter para outra pessoa uma conotação bem diferente.
Não tô culpado o Facebook. Nem que cada um saia se escondendo. Más, como disse acima, os psicóticos se descobriram maiores e crescentes neste novo tempo. É bom evitar colocar mais lenha nesse fogo.
Estamos descobrindo que pela internet, todo mundo é mais falante e mais valente. Pessoas se assumem mais cultas, sem serem de fato. Todos querem dar sua opinião, inclusive na vida dos outros. Eu mesmo já li por diversas vezes em timelines de pessoas queridas, que rompiam suas relações, amigos que agiam como se fossem verdadeiros doutores da psicologia de casal. Uns davam palpites, outros colocavam mais lenha. E para uma minoria bocuda, más sem noção ou tato algum, davam ideias ou lançavam propostas descabidas, totalmente fora de hora.
E, assim sendo, estamos vendo vítimas sociais dos mimis sociais.
Homens que não saíram do vídeo game, inteligentes, malhados em suplementos caros, adoradores da santa academia, concursados, más totalmente despreparados para o choque da vida real que é o fora ou termino de algo. Mulheres mimadas, rodeadas de pessoas bajuladoras, alimentadas diariamente por curtidas exageradas e comentários deslumbrados. Quando algo não dar verdadeiramente certo o que sobra falar?