sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

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Onde piso é chão firme, não é lama. Não deixo que a superficialidade influa em meus passos, até que eu mesmo me decida a deitar e descansar; refletindo sobre o quê e quando.
A minha persistência apela pela esperança.
Às vezes é necessário usar da mineirice de ir comendo os fracassos pelas beiradas, até que esfrie toda falta de sorte.
Trapacear a dor pela bebida e por remédios é fácil – quero ver é ser louco com a lucidez, não deixando que substância alguma tenha méritos sobre a felicidade. Não há razão de olhar a vida só pelo tempo, viver é também realizar coisas que outros dirão impossíveis. Seja louco pela qualidade com que vive pelas palavras. Cultivando limites, até ficar perto do precipício, mas não se apaixonar pela vontade de se jogar feito Ícaro sem asas. Para mim o maior gesto de decência é não errar primeiramente com sua possível felicidade. Há muito em se perder no excesso de controle de tudo.
Uma hora ou outra, devemos ampliar nosso horizonte, enxergar além do óbvio da incapacidade de se ver além do que é. Um ser humano deve ter a noção de saber que já foi três em vida: A criança que cresceu – O Adolescente que aprendeu – O adulto que surgiu.
Em outras palavras: Não há mais nada a se arrepender! Tudo já foi dito, de uma forma ou de outra, pessoas partiram e outras ficaram.
As nossas perdas sucedem-se com medalhas pelas conquistas mínimas. Na graciosidade de se colocar manteiga na torrada numa mesa posta em família, no aroma do café vindo da cozinha, no sorriso que da forma a barroquinha do bebê, na lividez de ideias soltas, papos jogados fora, vida sem preconceitos, nas amplitudes das conversas e na profundidade dos abraços quando queremos dizer algo, mas esbarramos com a linguagem dos braços em toques de sensibilidade que corariam os querubins. Em tudo há uma mensagem, seja o que for, há um canto do universo que abriga nossas ideias. Mesmo que poleia apenas em nossa cabeça. Nunca pare de pensar que seria bom ir até o fim. Existe uma mensagem e desejos implícitos numa mão no queixo e em um sorriso nos lábios, quando se quer prestar atenção em alguém, do que em muitas boas promessas. O mundo não pediu, mas seja o tom fora da curva do que as pessoas planejam para ti

O lago feito por um cometa


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Isto aqui é um lago " artificial " no meio da Amazônia. Por que artificial? - Porque foi feito por um meteoro há pouco mais de 100 anos, segundos especialista. Graças há uma expedição feita pelo Ed Stafford ( History ), que levou imagens, água e traços dos sedimentos na ribeirinha, este cometa caiu " recentemente " pelos cálculos universais, e a natureza foi se recuperando e no lugar da cratera que tem 15 metros de profundidade e 2 km de raio de circunferência, a água das chuvas foi se depositando, até encher.
Se foi entre 100 e 150 anos, e fez isso, imagina aí o que poderia ocorrer em um centro urbano? A lua não evitou. A entrada na atmosfera não fragmentou de um todo, e fica provado que a gente é muito mais vulnerável que o divulgado.

Tá faltando...

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Tá faltando profundidade
Sobrando sentimentos rasos
Ninguém fala do livro que leu; da música que tocou; dos amigos; das emoções.
É um tal de falar sobre si mesma que chega cansa.
As pessoas se guardam para festas, aniversários, eventos e carnavais. Aprisionando verdades para serem ditas depois que alegria foi embora. Metade do tempo é fingindo ser quem não é; a outra metade é tentativa.
Você conversa com as pessoas buscando encontrar profundez de pensamento e volta vazio de vida. A sensação que dá é que só vislumbrou-se outonos. Não houveram primaveras e quietude. 
Existe uma saudade de nós mesmos que não se acha dedilhando postagens. Existe uma vontade de saber " Como vai? Tudo bem? Que não termina em música. Existiu uma época, a vontade louca de ser ler pensamentos em frases soltas. De se instigar o que o outro pensa em apenas um toque. Hoje precisamos perguntar tudo e corrermos o risco de não compreender nada. Têm... Mas tá faltando.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Izaias Papinho e o Bolsonaro - Entenda o caso

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Apresentamos o senhor Nilson Izaias Papinho. Mais conhecido como " canal do Papinho ". Este senhor de 72 anos foi arremetido ao posto de celebridade do youtuber em coisa de 30 dias. Do nada: do 0 usuários, ele pulou para 1 milhão de inscritos. É um fenômeno brasileiro do entretenimento. Agora saca só: Ele não tem equipamentos sofisticados, apenas um celular J6. Ligou - gravou - mandou.
Mas, por que ele cresceu assim? - Porque é um aposentado, sozinho, morador de um sítio, que resolveu aprender a fabricar aquele massinha chamada de " slime " pelas crianças. Mas, qual a razão de um " velho " se sujeitar a fazer um brinquedo de criança? - Ele queria provar que idosos também aprendem coisas novas.
- Mas, com quem ele aprendeu?
- No mesmo Youtube. Tentou fazer como todo mundo faz: Foi nos canais e assistiu vários, um por um. Dando likes, curtidas e se inscrevendo e perguntando nos comentários.
Acontece, que esses canais, são na maioria de crianças, cujos pais deixaram eles serem " youtubers " para ganhar dinheiro. Crianças de 9/10/11/12 anos.
Na medida que pegava um tutorial ( formula), ele gravava a experiência e mostrava na internet pelo seu canal. Foram 15 tentativas, cada uma que dava errada, ele reclamava, lamentava-se e assim o público do mundo todo foi assistindo e se empolgando, até o último vídeo que ele conseguiu e se emocionou amplamente. Lógico que o mundo se emocionou e ele explodiu em visualizações.
Entretanto, lidamos com seres humanos que são lixo, e lixo faz isso: Alguém nos comentários teve a curiosidade de perguntar ao idoso, em quem ele votou para presidente. O senhor Nilson Izaias, disse inocentemente que tinha sido no Bolsonaro. Mas, para quê?
Começou a avalanche de críticas dos descontentes. Ameaçaram um senhor de 72 anos de morte. Ofenderam a honra e espalharam fake news propositais citando pedofilia do idoso, porque na lista de visitas em que ele faz, consta 70% de canais de crianças, onde ele fala com elas. Logo surgiu uma pseudo sobrinha que disse que tinha sido abusada e postou em um blog. Foram investigar e o blog sumiu, foi deletado, mas o print já havia sido espalhado. A sujeira já foi feita. Tão querendo matar um inocente idoso, que por acaso ousou tentar entrar no nosso mundo novo e moderno,.uma pessoa simples, do campo, ex-professor, que está sendo atacado pela inveja, maldade, ranço e coração de pedra de pessoas sem noção. Não faça isso! Não sejam escrotos de propósito.
Abaixo o vídeo de 1 milhão:


terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Já passou


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Milhões de pessoas paralisam-se na vida porque acham que deveriam recuperar o tal do tempo perdido. Revelam-se teimosas, na busca do algo existente do passado, algo inacabado, emocionante ou que acham que ainda não não foi todo explicado.
Outros dão importância aos 20 anos, quando nunca teve. Nem mesmo quando ainda os tinha. Querem recuperar o espaço e tempo, reinventando o ressuscitamento da ordem natural das coisas. Não existe isso de segunda opção para o tempo. Relações inteiras vão para o ralo porque alguém acordou se sentindo ainda na era dos anos 80/90. Ou então, promovem encontros para saber que ainda existe esperança.
Deixa-me dizer: Não se reescreve biografias – apenas se conta o que foi dito e não dito, nada mais. O perfeccionista mata a vontade de aprender, promove desacordos para provar que esteve certo algum dia. E quem achar que deixou de fazer alguma coisa importante e não teve a resposta devida. – Teve sim! – Você que não quis compreender. Se fecharam a porta, deixei lacrada. Se foram viver a vida - não tente entendê-la. Não há mais nada a se dizer, as cartas já foram escritas. Elegemos meras letras, como grandes músicas. Na vontade de concluir o que ficou no passado, sabotam-se novas relações por culpa. São os exilados do passado. Vampiros de relações que só existem no travesseiro e no escuro da mente. Às vezes sonhos, são só sonhos, não são lembranças, nunca ocorreram, não viraram viagens. Não se tornaram porres e não ouviram a música. Tem que parar tudo para ser honesto, deixar de ter o corpo aqui e a mente no passado. Parar de valorizar o que não foi feito e a valorizar o novo que ainda está por vir,

O mês é nosso: Aquarianos.



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Referenciados na cultura dos Atlantes. 
Somos um tipo de gente que tem muita gana de fazer o certo. A gente estuda muito, pensa muito, produz grandes trabalhos, cuida, ama intensamente e tenta estar presente, mas quando nos sentimos tristes a gente guarda o sentimento, depois curamos, esquecemos e deixamos de cuidar e amar qualquer coisa que não nos correspondeu à altura.

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Antes saber que na nossa trajetória houveram muitos erros do que acobertá-los com desculpas.


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Há um universo inteiro de diferença daquilo que pensamos ser para aquilo que somos de fatos. Se, tem uma coisa que derrete mais rápido a calota polar do ártico é o ser humano todo pronto. Não é a toa que relacionamentos inteiros estão ruindo. Ninguém senta mais na cadeirinha do castigo da professora. 
Uma vez na vida o “ seruminaninho” deveria ser levada ao cantinho da sala e colocado para contar milho e ou usar o chapéu de burro. Sinto falta de Dona Marisa da terceira série primária. “ O que eu fiz professora?? “ – “ Tá tagarelando demais, melhor ir pro castigo agora do que ver sua mãe chorando no futuro por você não saber ouvir as pessoas “.
- É quase isso! Não sabemos ouvir, só reclamar, achamos que o mundo todo tem compromisso social e íntimo com nossos problemas e imperfeições. Demoram-se horas listando suas qualidades e denota duas linhas para discorrer sobre seus erros. Esta pessoa é um caderno de caligrafia escrito em garranchos indecifráveis, de uma linguagem há muito perdida e esquecida. Tal qual Dona Marisa, foi na minha infância a razão temida para qual deveria prestar toda atenção, muitas são os necessitados de compreender que para cada ação há uma reação! Não existem vítimas sozinhas, resultado sem uma causa. Tem horas que a pessoa parece descrever ser um presente dos Deuses para a vida de qualquer um, esquecendo que a embalagem não avalia seu conteúdo.
Qualquer que senta e conversa, tem a nítida sensação que a palavra “perfeito” tem nome e sobrenome e se acha vivo na sua frente, de tanto que “ eu , eu, eu, eu “ é dito. Cansa a pele, saber que nada muda aquele ser humano de pensamento individualista.
Por outro lado, existe um ar de fragrância agradável para pessoas que não se levam tanto à sério e não pensam que já estão prontas e inteiras. Um frescor de jovialidade e amplitude para quem possui a capacidade de discernir que é um projeto mal acabado, mas novo a cada dia. Que ontem 50% dos erros foram seus, e que hoje os outros 50% farão parte da solução.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Fim das baterias! Wi-fi carregará as novas baterias e quiça quase tudo neste mundo.

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Eis que este cara será o mais novo bilionário da face da Terra!
PESQUISADOR XU ZHANG, conseguiu inventar um tipo de dispositivo que transforma o Wi-fi em carga " possível " de carregar o celular. Hoje ele já conseguiu 30% de energia. Estima-se que em 5 anos, será totalmente realizável em escala mundial, pois o nosso lídio que é o composto mineral que produz as baterias no mundo só tem mais 20 anos de sobrevida.
Atualmente ele tem duas possibilidades em curso: A primeira usar um dispositivo que " suga ou rouba " energia de outros aparelhos elétricos e ou na própria tomada de energia, tipo televisores, geladeiras que transmitem baixa frequência, este dispositivo poderá interpretar isso e usar como catalizador de energia. O único problema desta primeira opção é que ele interferiria em tudo que usa energia convencional, tais como: Antenas, marcapassos, outros celulares e isso poderia causar transtorno. A segunda é sua própria ideia que consiste em usar toda uma tecnologia com Wi-Fi próprio e aparelhos próprios que só trocam de energia em comum, retroalimentando-se. Para este feito, precisaria alguns anos e uma mudança paulatina de nossos equipamentos.

COMO SERIA SE O SOL DESAPARECESSE POR 24??

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COMO SERIA SE O SOL DESAPARECESSE POR 24??

A gente vive reclamando do calor, né? Mas, a maioria não tem a noção o quanto este astro é importante.
Se o SOL resolvesse desaparecer, apagar-se por completo por apenas 24 horas, só 24 horas - saiba que: - Todo oxigênio produzido, seria esgotado em 85% ao final do dia. Pois a fotossíntese seria interrompida, e planeta perderia 7 graus só nessas 24 horas. Mas, você só perceberia que o SOL se apagou 8 minutos depois, que é o tempo que levaria dos últimos raios solares chegarem à Terra.
Com 24 horas depois, a gravidade entre os planetas que sofre ação direta do sol, começaria a se desprender aos poucos, resultando em um complexo movimento aleatório dos mesmos. Talvez todo eixo da Terra ficasse invertido só nessas primeiras horas. Com 1 semana sem o SOL não haveria mais oxigênio natural e o planeta já estaria todo abaixo de zero. E agora seríamos um sistema solar ( sem o sol )com 8 planetas soltos pelo espaço, rodando próximo um dos outros, com imensa possibilidade de nos chocarmos.

Então, agradeça pelo lindo SOL !

P.S: Todavia isso vai acontecer de todo jeito. Nosso SOL só tem mais 5 bilhões de anos.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Medo de errar

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Não arriscar algo por alguém é viver a se apequenando. Medindo passos, calculando erros. Quem faz isso pela vida toda, não é de um todo feliz.
Vez em quando é preciso colocar seus medos no quartinho do pânico.
Vez por outra é preciso aceitar que o que fazemos nem sempre tem devolução de sua história.
Perde tudo quem tem um pássaro só na mão.
Se arriscar é se reinventar por alguém, aceitando entender que o que se consegue disso é um novo “eu”; se é bom ou ruim – a vida é quem decide.
Se você tem medo de se sentir menos é porque nunca foi o “mais”. A maior prova, da personalidade de um individuo, é saber passar em baixo de uma escada sem nunca realizar um sinal de cruz. Se tem medo vai com medo mesmo! Viver regado em regras, sem romper com conformismo ou pior: com medo de desagradar alguém, decepcionar um parente, perder uma estima, é viver pela e para submissão do pensamento de todos. O passo para o abismo é perigo, mas também às vezes é voo de condor.

As oportunidades desperdiçadas não voltarão a se repetir. Fingir que não sabe o que tem de ser feito é desmerecer o pote no fim do arco-íris.

Sentimentos é rompimento também. Deu certo ou errado é do jogo. Escolha não requer lógica, porque se subtende possibilidades. Como reconhecer um mérito sem testar sua vontade? Como saber um sentimento sem experimentar a saudade? Como saber se ama se não tiver medo de perder? Se não tem a coragem de povoar seus desejos como povoa a sua cabeça com pensamentos? Vai viver só: carregado de pessoas ao lado.

A razão que temos de fazer as coisas que queremos fazer é dar à velhice a serenidade de não se lamentar pela covardia autoimposta. Nada a esquecer. Nada de se lamentar por gestos ou palavras mal dadas, sentimentos não replicados, saudades ditas, músicas não mencionadas. Enfim o pensamento não se distanciou dos gestos.
Eu sempre perguntei as pessoas que são previsíveis demais: - Não cansa ser perfeito demais? Prever a queda para não cair. Não seria melhor arriscar ser feliz, do que não arriscar?

É angustiante saber que nascemos berrando para a vida para depois se contentar com o silêncio.

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Crianças: A tal da Felicidade

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Crianças: A tal da Felicidade
Uma vez eu estava em uma festa infantil, e lá pelas tantas fiquei observando os adultos aglutinados em suas mesas, que eu chamo de quiosques sociais. Porque não é só nas redes, que o fenômeno se estabelece. 
Eu achei fora do salão duas crianças conversando, na faixa etária de cinco e sete anos. O que primeiro puxou conversou, perguntou ao outro se estava ali por ser parente: - Você é primo? – Não, não! - Sou convidado, minha mãe me trouxe, ela é amiga da mãe do menino da festa. – Ah tá...
- E, você? – Eu sou filho dela, (apontou para a mesa onde estava a mãe conversando com as pessoas). Ela fez os doces e o bolo, eu vim junto. Toda festa minha mãe me leva, não deixa que eu fique em casa sozinho com minha avó. - Coisa legal meu! – Todo dia, você come doce e bolo né? Eu adoro brigadeiro.
- Como sim, minha mãe me deixa ficar com a raspa da panela. – Você não come não? – Minha mãe é dentista, disse que estraga os dentes. – E, teu pai? (perguntou o filho da Doceira ao filho da dentista). (Nesta parte em questão, eu fiquei curioso, porque em ambos os casos, os pais estavam ausentes), isso me despertou o interesse em saber a opinião das crianças. - Meu pai não mora com a gente, ele é advogado.
- Ah tá! Meu pai é garçom, todo dia ele trás comida gostosa do restaurante que o dono dá. Eu já comi lasanha, torta de frango, camarão, um montão de coisa. – Eu também como lasanha, mas eu queria comer um montão de coisas assim todos os dias e os doces, os bolos, tudo de muitãooooo! - Vem para minha casa! Minha mãe vai deixar você almoçar lá na minha casa com minha avó. - Vou pedir para minha mãe! – Posso mesmo! - Pode sim, ela é legal, vai deixar você raspar a panela do brigadeiro.
Vou perguntar ao meu pai, se ele não pode pedir emprego para seu pai trabalhar de garçom com ele, ele já ajudou meu tio também. Aí todo dia você vai ter comida legal. - Puxa! Vou ficar feliz. Eles deram encerrada a conversa que tiveram e foram brincar ao fundo com outras crianças. Perguntei a mim mesmo: - Cadê o preconceito? Cadê a diferença de classe?
– O que é ser feliz? Neste dia perdi toda minha noção de felicidade. Coloquei todos os meus projetos na panela da Doceira e os substitui pelos ingredientes que ela habilmente fez com o que o filho discorresse a real FELICIDADE.
Eu tive boa inveja da mãe: " Legal " é um te amo hoje em dia;
Eu tive boa inveja do pai: Trazer coisas gostosas para casa e ser lembrado pelo filho com essa felicidade não tem preço!
Eu tive emoção com a simplicidade que duas crianças olham para a vida e como desejam suas necessidades, baseadas em coisas tão simples.