sábado, 24 de agosto de 2019

Rapidinhas II

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Amazônia em chamas II

Temos combater sim o desmatamento e as queimadas! Doa a quem doer!

A imagem pode conter: Eduardo Jorge, texto
Porém existe um falso pudor no ar. Temos que conhecer os dados, temos que estudar o assunto para não ficar servindo de fantoches para um lado ou outro.
Muito interessante! É um perfil que conheço no governo local Paraibano. Quem assistiu o debate no Globo news painel no começo do mês agosto com o diretor do INPE e o ministro do meio ambiente, entendeu bem a coisa. No debate o diretor ouviu da própria boca do ministro que foi demitido por levar a público os dados primeiro que sua chefia. Algo que aqui na Paraíba ocorre todos os dias com os funcionários "amigos" do governador que saiu. Ninguém fura a ordem hierárquica. Ninguém solta as mãos né. Por sinal ninguém fala de cruz vermelha ou GAECO. Postagem zero! Más, vamos lá aos fatos: No debate foi perguntado ao diretor do INPE porque ele jogou na imprensa?

- Porque não gostei da fala do presidente!
Porque o senhor não contou que o atual sistema possuí duas falhas que distorcem o resultado?
1) Ele não diferencia um foco de incêndio de uma queimada já controlada com fumaça.
2) Ele só tem alta definição e faz contagem de árvores em 9 em 9 metros. Os sistemas mais novos fazem de 2 em 2. Assim em um espaço de 20 metros podemos ter 10 árvores ao invés de só 2 como o atual pode oferecer.
Resposta do diretor:
Vocês colocaram lá no início do ano 13 militares!
Ninguém me perguntou isso na imprensa.
Eis que vemos perseguição por questões ideológicas dentro do órgão que não aceita militares e age com má fé ideológica para combater isso. O próprio diretor aceitou no debate sua demissão como inadiável. Adoraria saber... Olha que conhece os bastidores A.R. do governo paraibano, se ele aceitaria divulgação antecipada de seus dados antes de chegar ao mesmo, será? Duvido!
Tô ainda aguardando seus "amigos" fazerem isso espontaneamente.

Rapidinhas I

Boas decisões surgem com a experiência e experiência vêm das escolhas ruins tomadas ao longo da vida.

Quem comanda?


Quem comanda?
Assim como muitos, já disse coisas que não devia, liguei sem merecer, perdi amor sincero, calculei mal o tempo... Falei e fiz coisas para depois desdizer.
Atropelei soltando "um eu te amo" fora de hora; por fim deixei passar oportunidades...
Mas, o que mais doeu foi saber que estava no comando sempre!

Fala da Amazônia?

A imagem pode conter: 2 pessoas, atividades ao ar livre
Eu falo, digo: escreverei,mas não será o que querem ouvir...
Eu me importo muito com os bichos morrendo nas queimadas, por sinal me importo mais do que com os índios da Amazônia, nesses eu não tô nem aí...
Eu não me importo com a Amazônia industrial mais do que me importo com o desemprego que assola este país. Por sinal eu fico emocionado com a uma jovem de 18 anos que vem na minha loja chorando fazer um novo currículo porque perdeu seu primeiro emprego na crise, do que na reportagem do índio reclamando que não tem mais terras para negociar.
Para os índios que estão em maioria todos gordos, de iphone na mão, e com histórico de alcoolismo e com 15 filhos em 6 mulheres diferentes - para estes: quero é que se lasque! Não gostou? Não leia daqui por diante...
Se lasque o índio que aluga suas terras em dólar para gringo circular bonito e gerar documentário para tvs do mundo todo. Índio que se veste de índio para ser filmado, mas no resto do ano aparece na cidade para vender capinha de celular e frequentar bordeis.
Assim como quero que se lasque o agricultor/pecuarista que se aproveitou da briga esquerda x direita para fazer crescer suas terras, tocando fogo e terror e agora tá com medo da repercussão.
Desde que descobriram essas lindas terras que é assim e não teve governo que mudasse isso. Não venha dizer que começou de ontem há 6 meses! Comigo não rola!
Eu estou muito mais preocupado em dar abrigo ao povo que precisa de moradia, emprego e comer umas fritas com cerveja de vez em quando, do que toda gama de notícias estapafúrdias que a mídia quer empurrar goela abaixo. Teve até quem colocasse novas espécies de animais na Amazônia. Vejam só: Girafa e Elefante?
Vamos tratar da Amazônia com o devido respeito que ela merece, mas vamos tratar o povo desempregado com a máxima dignidade que ele precisa

terça-feira, 20 de agosto de 2019

O Pecado é paralisante.


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O Pecado é diferente do pecador. Vou explicar: O pecado mora dentro de cada conceito. Ele é pessoal e intransferível, faz parte do nosso contexto de vida. Por vezes é nossa principal prisão criada pelo nosso medo, que vai nos levar pela vida toda a um quadro subserviente.
O pecador é aquele que transgredi o que acredita; só para saber como é fazer isso. Faz de propósito. Para mim ambos, são prisões. Nada neste mundo se construí em cima do que não se pode fazer - só pelo que já foi feito é que se sabe discernir o que é certo ou errado. Só sabemos da dor, porque alguém a sentiu primeiro. As músicas românticas não foram feitas para casais felizes. Nunca acreditei nisso! É pela dor da perda do amor que se acha a felicidade de se querer ficar junto. A vontade de se querer ter um filho advém na mulher do desejo que nasce ao ver as outras sendo mãe. O sucesso do outro é dor em nós que nos estimulará a ter a mesma coisa. Nunca vi ninguém tendo inveja do fracasso ou do fracassado. A felicidade vem como meta para fugir da tristeza. Ninguém que já não esteja enraizado no lado sombrio do mal quer pecar, queremos é ser felizes e unidos ao Criador. Mas, criar é um processo que precisa coragem. Coragem que nem tudo é como era antes; Ou que o mundo muda e as pessoas não são as mesmas. Há os que nos chantageia com a culpa do pecado a fim de nos manter presos... Para estes o pecado é uma ferramenta de manipulação.

As energias


Se existe uma coisa real nesta vida, que é muita da VERDADE, é a tal da energia que nos cerca. Não tem essa de boa ou a má, só energia, mas como ela chega é que nos afeta.
Tive recentemente uma experiência intensa com isso. Uma pessoa que é gente super do BEM, chegou perto de mim e tudo em meu corpo se arrepiou. Recebi uma descarga de energia tão intensa como quem toca uma bobina de Tesla – a nuca e os cabelos ficaram arrepiados intensamente e constantemente tudo vibrava em mim. E, posso dizer que era muito denso, intenso e desconfortante, o senso de equilíbrio nosso sai dos eixos, dá vontade de correr.
Mas, por quê? – Como é que pessoas “aparentemente” boas podem transmitir algo tão denso? A principio, eu não posso dizer que a energia era negativa ou positiva, uma vez que se eu disse acima que não tem isso de boa ou má, não irei desdizer agora. O que posso dizer é que dois campos totalmente opostos se chocaram naquele momento. Como imãs que se repelem em polos diferentes. Você identifica se a sensação é boa ou ruim através daquilo que você experimenta no seu dia a dia e sabe que não trouxe consigo ou não tem em você a energia. Se não foi de você e percebe no outro isso, algo aconteceu aquele indivíduo a sua frente. Sabemos que lugares e pessoas podem transmitir energias, tais quais: Cemitérios, hospitais, motéis, lugares de uso de drogas, bares com ambiente pesado e demais outros, são comumente chamados de "lugares pesados". Mas, advirto: Pessoas em si, são muito capazes de descarregar em você energias densas também. E muitas nem sabem disso ou não percebem que trouxeram com elas. Até porque ninguém avisa que tem ódio, inveja, obsessão ou um sentimento negativo em relação a você. Tudo isso causa formas pensamentos densas e por consequência transmitem tudo de uma só vez. Porém não se ache presunçoso que são as outras pessoas que estão te enviando energias “ruins”, ninguém sabe além de você mesmo, quais os lugares que caminhou, o que fez ou com quem fez... Às vezes somos nós mesmos os únicos responsáveis.

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Não me importo mais!


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Eu sou adepto do Mantra “ Hummm não me importo mais!”.
Vez por outra, a vida parece que descobre frestas em lugares da nossa vida que se encontravam fechadas - deixando a luz entrar. Toda pessoa tem um lado que o deixa contido em si mesmo, preso aos detalhes, ao medo de perder coisas que nunca teve. Enquanto mais você se importa, mais você fica preso. Seja em qualquer segmento da vida de uma pessoa, excesso de planejamento, excesso de cuidados, excesso de se importar, torna a vida uma prisão sem grades. Mas, quando a luz entra e torna tudo mais claro, deixo de importar-me para sempre.
Não ligo se ficou rico, pobre, forte, magro, feliz ou infeliz, amando ou desamado, vira fantasma, morto e sepultado, sem direito a comunicação.
Deixa de ter perfume, gosto, desejo e som de música. Vira café amanhecido. Pão mofado. Não existe mais convite para sorrir.
Isso só ocorre quando a pessoa tem limites muito definidos na sua vida. A cada escolha, exige que se saiba até onde vai a espera. Seja obstinado, mas não seja subserviente à ninguém. No mundo a única coisa que nos espera é a morte, do resto à gente tem de bancar e conquistar. Lutar por alguém é caminho de mão dupla. Não aceite só o que as pessoas escolhem para você. Não aceite respostas curtas quando o pensamento exige capítulos inteiros e profundidade. Você não é “legal”, nem “bom”, você é você e sua história toda, com acertos e desacertos, idas e vindas, correções e desculpas; um complexo emaranhado de escolhas que te trouxe até aqui, uma página escrita no início e muitas outras para serem declaradas até o final.
Quem te limita é você. Se deixar, vão te definir com uma frase só. Se permitir vão dizer que sente saudades sem pauta, sem conteúdo. Se não interromper, vão querer que esteja sempre disponível. Comece a não se importar, não pelos outros – mas para seu aprendizado e caminho. Não se importar de fato é sorrir na chuva torrencial pelo prazer de sentir forte, mesmo quando tudo está molhado.

Deixa os mortos " morrerem em paz"

A imagem pode conter: céu, nuvem e pássaro
15 anos atrás, lá pelo início 2005 eu estava acompanhando um tratamento espiritual de um casal na casa espírita e pelo que sabia deles, a esposa vinha tendo problemas espirituais fortes. Ela havia perdido o único irmão em um acidente de trânsito em 2001, e não conseguia deixar de seguir adiante, tanto por querer a punição do infrator-que-matou-seu-irmão, como por adorar veladamente o mesmo. Era muito apegada ao jovem, e já tinha rodado por casas espíritas, centros candomblés, feito e ouvido muita gente a cerca da comunicação com “os mortos”. Tanto é que acabou conseguindo atrair para si e para sua família (esposo e filhos), alguns sinais perturbadores: Pancadas, luzes queimando, coisas acontecendo, vultos e por fim destemperos e brigas entre o casal. Na sua inocência, cada comunicação ou pseudo-comunicação, era um alento para ela. Eu acho reconfortante, mas tem um limite a meu ver, com 27 anos de espiritismo, nada que se transforma em obsessão é saudável. Enfim, ela entrou na casa com problemas e queria solução; mas não abria mão de saber sobre o irmão. Com 2 anos em tratamento já tinha perdido esperança, além de irritabilidade com a casa espirita. Permanecia procurando em outros lugares e meios de manter acesa sua obsessão, até que o filho menor caiu em doença e quadro psiquiátrico de esquizofrenia. Isso a fez ficar alerta e os médicos nada conseguiam demover, nem mesmo a casa espírita conseguia, porque além de não ajudar corretamente, ainda tinham em seu quadro algumas pessoas que fomentavam a necessidade dela de se manter comunicável com o irmão. Achavam isso “bacana”. Um terrível engano!
Até que um dia, um palestrante do RN, veio visitar e “coincidentemente” teve uma curiosidade gigante de falar com o casal, principalmente a moça... Ao fim da palestra, ele chamou-os no canto e pediu uma sala reservada da casa para dar uma consulta privada. Ela, lógico, ficou entusiasmada com a possibilidade de “nova comunicação”. Sim, ela obteve, desta vez, porém não foram frases soltas, perdidas, aleatórios, do tipo: “Irmã, saudades...”. Foi para mim a maior lição de todas:
Transcrita segundo minha memória:
- Minha irmã... Adoro você – Mas pare com isso! Deixa os mortos morrerem em paz!
Estou preso no laço que nos une, aqui, quando não podemos ir, ficamos entre os dois mundos, e para uma alma, permanecer entre os dois mundos é o mesmo que ficar doente sem possibilidade de cura, com o tempo somos obsediados também aqui, por entidades que nos faz de escravas, e outra coisa: Nunca fui eu nesse tempo todo! Sempre eram entidades que se alimentavam de você e de sua família e não me deixavam chegar perto. Graças a este médium evoluído, eles não tiveram força para me deter e pude falar. Deixe me ir – deixe-me viver a minha nova vida... Abraços amorosos a todos, beijos para Ritinha minha sobrinha e Luiz que agora vai ser realmente curado e desobsediado. Amo você...
No exagero do amor, punimos quem amamos...

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

As lembranças - Existem as que não têm.


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Ter memória é fundamental para tudo na vida. Arrisco a dizer que sem ela, o nosso histórico é incompleto. A pessoa precisa lembrar mais que do bolinho que comeu ontem com café.
Lembranças nos remetem ao cheiro do passado, da infância onde tudo que ouvíamos era uma ordem direta para brincar: “Brinque, mas se comporte viu...”. Não vou discorrer sobre cartas de amor escritas e ou jogadas fora, sobre música que marcou... Cada um tem na sua canção favorita, o momento especial  marcado pela a luz do cinema que se apagou e o beijou aconteceu... Quero falar da memória que diferencia as pessoas especiais daquelas que passaram de soslaio pela nossa vida.
Nada é mais tocante de saber que alguém se lembrou da última conversa, daquele natal ou festa. Quer se sentir inteiro? Seja lembrado na mais diminuta bobagem.  É pobre, raso, chegar e falar a toa sobre algo para alguém que não sabe do que esteja falando. Se ela não lembra porque riu ou chorou com você, ela nem sabe que existe.
O dia a dia mata as relações, concordo com isso! Mas, só morre de fato, quando tudo que resta é a memória sobre hoje. Gente que é mais do que especial ao outro ( detesto jogo de palavras – é ou não especial) não fica a toa em nossa agenda de contatos, não é só mais um ou uma, não fica em stand by para assuntos diversos.
A pessoa abre a boca e o outro a completa, olha para o chão e o outro ensina a olhar para as estrelas; quer dizer algo - completa-se o pensamento, ameaça tristeza, entrega-se conforto e abraço. Assim é que se confirma quem tem lembranças do que é se sentir bem com uma pessoa. O resto todo é somatório do que falamos com quem conversamos: diálogos análogos sem muita importância - conversa de porta de botequim de bar, cada pensamento é pregado em frases soltas e sem muita relevância. Toda confissão feita sem memória afetiva é esmola de intimidade. Não vá ao encontro de alguém que não se lembra de um compromisso marcado com você. Não se deixe permitir entrar quem não tem memória contigo.  Viver é também construir história em livros com capas e fotos em ladrilhos com as pessoas mais especiais de nossa vida.

O profissional da saúde

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Quem trabalha em hospitais sabe o que vou dizer aqui.
Um monte de gente critica a frieza de alguns profissionais ou ataca a pessoa dela, dizendo que é volúvel e instável. Se você trabalhasse em um lugar onde o milagre da vida acontecesse todo dia, que pessoas ressuscitam do nada e outras morrem engasgadas com um biscoito, entenderia o que quero expressar. Não dá tempo de ficar condoído com a dor do outro, pois o próximo entrará pela urgência mais necessitado do que o que já passou. Não entra só paciente, entra também os problemas pessoais dele; sua vida e tudo que o cerca. Entra o doente e entra o pai e a mãe do doente, entra à crise familiar, o marido violento, o pai molestador, o filho drogado, o desemprego e o desespero que assola este país.
Tudo e todos passam pela porta da emergência. Quem está sendo operado ou cuidado, talvez tenha a única oportunidade de ter alguém velando por ele. A injeção dói menos que o desprezo em casa. O profissional da saúde assiste a vida dos outros desenrolar na sua frente, sem poder dizer que passa o mesmo que ele – precisa de ser forte, quando quer chorar – tem que ser paciente, quando tudo pede pra gritar. Metade das pessoas que conheço da área hospitalar tem urgência de viver o que tem de ser vivido. Mais da outra metade está no segundo ou terceiro casamento, não tem como amar sem ter medo de perder, porque dentro de um hospital a vida vale um sopro, talvez uma brisa... Por mais que o médico e toda equipe se esforce, a vida escoa pelas mãos. Do nada você está em pé conversando e recebe a notícia de um câncer, de um tumor cerebral, ou ouve falar que o tiro passou pela carótida e não deu tempo de fechar. Pois é, a vida passa rápido demais bem de frente aos seus olhos ela mostra que o riso antes solto vira tristeza. 
O profissional da saúde sabe que não é imune a tudo isso, por isso talvez mude tanto, se fecha tanto para os outros - ama de menos, enclausurado em sua bolha até que o próximo paciente adentre para mais uma urgência. A gente sabe que o significado de ‘ESTAR BEM’ é sustentando até o diagnóstico chegar. Pessoas morrem, vão e vem, mas você tem de ser o mesmo; ninguém vive a dor do próximo, sem se ferir também. Quando escrevo que as pessoas precisam parar de serem medrosas, egoístas, narcisistas e etecetera... Não é sendo crítico, é a verdade nua e crua, não existe o dia do amanhã se não for feito no hoje. Depois é muito tempo perdido. Esperar para ver é inútil quando se sabe que não existem super-humanos. 
Para se lamentar de algo, basta não fazer nada.