terça-feira, 14 de março de 2017

1995 - mIRC: Oi, quer tc?

1995 - mIRC: Oi, quer tc?

Tem gente com 20 anos que nunca ouviu falar disso. Minha saudade são os moderadores. A gente vivia na guerra com eles, infringir as normas e ser banido ou descobrir um jeito de virar moderador e banir à rodo um montão de gente que dava na telha. Se tivesse no Facebook era hoje na faca e bala. O povinho que não sabe brincar ...

Uma “evolução” das salas de bate-papo, os usuários instalavam o mIRC, um software que permitia conversar com milhões de usuários por meio do protocolo IRC. As pessoas escolhiam seus nicknames e entravam em canais (ou salas) específicos, que também eram organizados por temas. Antes de tudo, era preciso baixar e instalar o programa no computador.

Os comandos eram criados por gente nerd de programação pura e simples. Quanto mais noção de código e script, mais você aprontava.

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Cabaré não tem mais luz vermelha

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IML assombrado

Assistir filme de terror é fácil
Difícil é ser guarda do IML de Cuiabá a noite

Isso me fez lembrar da vez que eu fui morar ainda jovem numa casa alugada pelos meus pais, onde a dona não queria mais ficar, devido a morte de seu cachorro lululinha. A mesma tinha enterrado ele nos fundos do quintal. E como foi seu companheiro animal por 17 anos, ela tinha muita saudades.
Passado algumas semanas, eu lembro bem que fomos todos acordados com um grunhido e um constante arranhar de porta. Pensamos logo que se tratava de algum cachorro de rua preso no quintal sem querer. Esperei que meu pai fosse resolver, mas ele nem aí com a coisa. Sem conseguir dormir, e com receio eu fui ver na cozinha e me agachei no chão para ver pela fresta da porta se tinha um bicho... nada!
- Resolvi abrir a porta de supetão, para ver se pegava algo - nada! Nenhum cachorro chato estava no quintal. Adianto que até então, nem passava pela cabeça a lembrança do tal lulinha.

Voltei pra cama, e em uma meia hora mais ou menos, ouvi um som vindo debaixo da cama, como se fosse um espirro de cão, e um chiado de cansaço, quando o cão fica de língua de fora cansado por alguma coisa.
Nem vou dizer que ali eu lembrei da história canina da casa e me cobri até o último fio de cabelo da cabeça, esperando o dia surgir.

sábado, 11 de março de 2017

A lei de Darwin - Guerra e o preconceito científico.

 

Darwin talvez não tenha nem de longe pensado que sua teoria revelada em 1860, iria avançar em campos tão sociais, mas graças à seu primo Francis Galton que em cima disso, criou a expressão EUGENIA, que é um conceito que diz que todo processo criado a partir de indivíduos semelhantes, inteligentes e saudáveis, pode criar seres iguais ou melhores, de acordo com a evolução dos mesmos.

A partir dai o mundo comprou a ideia, e a aristocracia deitou e rolou nisso. Quem tinha características físicas e mentais destacáveis, só casava com os mesmos.

Isso causou até esterilização em massa em certos povos no mundo. Tanto, quanto pode se manipulado, que acabou chegando nas mãos de Hitler que comprou o conceito, e fez o que fez.

Imagino que hoje estamos caminhando para um retrocesso. Vejo as pessoas, auto-destacando-se como salva guardas dos pensamentos mais nobres, destilando suas razões como as melhores. Logo, logo veremos um que se julgue um Hitler melhorado.

Trair é um processo pronto na cabeça

Trair é um processo que começa antes do ato em si. A postagem escrita na foto é um dos motivos ( falta de caráter ), dentre tantos. Ficar só nesse é perigoso, porque justifica de modo raso toda e qualquer ação. Há quem seja um monge na vida e um devasso no sexo e vice versa. A psicologia da traição nos diz que quando se trai de corpo, a cabeça já tinha feito sua escolha.Nem sempre é fácil! Partindo do ponto em que se conhece uma pessoa e sua conduta na vida, acusá-la de falta de caráter serve apenas para aplacar a mágoa. Existe um contexto todo numa relação, que quase nunca é discutida. O trair é o cume do iceberg de problemas. Já vi casais saberem lidar bem como esse problema, como os que não souberam e desistiram. O sexo é tão banal hoje, em contrapartida as relações estão tão submetidas às pressões sociais, que poucos são os que aguentam. Principalmente, se um dos envolvidos insiste em vender a relação para o mundo. Aquele troço de colocar que minha relação é quase perfeita. Que meu amor é mais puro. Meus filhos são mais bonitos e mais brilhantes, é um veneno devastador para qualquer um que não queira seguir essa linha. Relacionamento é como amizade ou trabalho sob pressão. Pergunte-se como você reagiria sendo exposto e pressionado a seguir uma conduta de outra pessoa, diariamente dentro do seu trabalho? Sinta-se no lugar da outra, e decida como quer chegar na sua relação.

 

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sexta-feira, 10 de março de 2017

Poesia: Sextou!

Às vezes, tudo que queríamos
era deixar o que de pior temos para trás

Um pássaro que não voa
outro que não aceita gaiola

O sol brilha para todos
Mas há nuvens no céu de hoje

quinta-feira, 9 de março de 2017

Hipnose–regressão

Gosto dessas aulas do Lucas Naves. Essa demonstração rápida de vidas passadas, é show. Vale muito à pena assistir, para efeito de curiosidade ou pesquisa.

O passado não condena sempre

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O passado não condena sempre

Estamos vivendo hoje uma era onde tudo pode ser resgatado do passado, sobretudo declarações, ideias e fuxicos. Não faz tempo, e li por aqui na net alguém trazendo à tona uma opinião de determinada pessoa, dita lá pelos idos 90. Logicamente o que ele disse, ia de encontro com o que ele afirma hoje e não foi nada bom para o mesmo. Entretanto, me senti na pele dele. Porque eu mesmo já disse e fiz uma pá de coisas que comparado as épocas e ocasiões não condizem mais comigo em 2017. Mas, pá garoto! Tá dito! Atire a banda de tijolo quem não falou coisas que se arrepende.

Dentro dessa situação, precisamos encarar como as pessoas lidam com isso. Dizem por aí que ninguém muda; o que há anos eu bato de frente: - Muda sim! Sobretudo se quiser. Pela dor ou por amor. Mas, muda, mesmo que seja pela idade e maturidade que alcançamos. Se foi para melhor ou pior - não discuto os termos, discuto as transformações, e cá entre nos... mudar faz parte da adaptação ou então ficaremos para trás.

Da série eu já falei isso, posso dizer, fazendo meia culpa que considerava nos meus primeiros arroubos de adolescente, toda mulher um prato comestível. Não considerava discrição um fato preponderante. Achava que quantos mais divulgasse meus feitos sexuais, melhor seria como homem. Adquiria respeito por parte dos outros homens. E, tantas foram as decisões e atitudes erradas que tomei, quantas fossem necessárias entender que caminho tomar. Logicamente com o nascimento da primeira filha, a gente descobre que não se cria uma menina para a vida, para vagabundo algum usar. Além disso, a gente percebe a dor que causa nas outras. Nos apaixonamos e perdemos pessoas ao longo do caminho todo, - seja por nossa culpa - seja por escolha da outra se afastar - todo dia alguém pesa, mede, analisa e te julga apto ou não. E assim, fui entendendo as engrenagens que me fizeram chegar no hoje e ter outra cabeça.

Não posso apagar nada que disse ou fiz, mas posso muito bem não relevar ao ponto de me paralisar e não mudar. E, quando digo paralisar, falo de não deixar que as cicatrizes me tornem mais duro que o aço. É óbvio que todo mundo, assim como eu, guarda mágoas de um ou outra pessoa e não esquece tão fácil. Mas a graça é saber que isso é localizado apenas. Tenho aversão as pessoas que usam de momentos ruins da vida, para a desforra. Que acabam curtindo levar à sério o lance de usar ou subjugar outras, porque em algum momento da vida, foram elas as vitimas.

Cabe o ser humano, saber contornar a vida. Cabe a nos, não rotular ninguém indefinidamente. Nem projetar em todos os homens a pecha de safados e ou as mulheres de interesseiras e galinhas. Existe uma maturação em cada um da gente, que requer tempo para diluir e separar o melhor de cada um. Haverá dias ou épocas que estaremos destilando veneno, outros vinhos da melhor qualidade, quem somos, quem fomos, para onde vamos, é o tal do equilíbrio certo.

Paula Lavigne e seu baseado de cada dia

terça-feira, 7 de março de 2017

Engenheiros da Embraer filmam OVNI durante testes de novo avião em São José dos Campos

 

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Embraer está desenvolvendo uma nova geração de jatos comerciais de médio porte, os chamados E-jets E2, semana passada durante uma bateria de testes da aeronave na cidade de São José dos Campos – SP os radares da torre de controle do aeroporto registraram uma atividade incomum de uma aeronave não identificada logo acima da aeronave em testes. Os radares captaram o objeto se deslocando a uma velocidade muito superior a de aeronaves convencionais, o objeto cruzou a mach 3, algo em torno de 3.800 quilômetros por hora. Um  grupo de engenheiros que filmavam os testes conseguiu captar em vídeo o momento em que o OVNI cruza com o avião:

Tocador de vídeo

 

http://media.sistemampa.com.br/2017/03/WhatsApp-Video-2017-03-05-at-15.36.47.mp4?_=1