quarta-feira, 15 de julho de 2020

Apenas um olhar


A mulher de 4 pernas



Josephene Myrtle Corbin foi uma mulher americana célebre por ter sido uma atração de circos do tipo show de aberrações, uma vez que ela contava com quatro pernas e duas vaginas. Das suas quatro, todas ativas e funcionais, apenas uma era completamente funcional. Ela conseguiu desvencilhar do uso de sua imagem por donos de circo e passou ela mesma a cobrar e faturar para ela. No auge da sua fama, faturava equivalente a hoje 30 mil mensais. Casou e teve filhos... Isso mesmo! Casadíssima! O cara foi apaixonado por ela ou digamos pela duplicidade que ela tinha, tanto é que a primeira gravidez, foi feita pela vagina menor, o que perturbou-a sobremaneira. Ela reclamou porque nesta não tinha prazer. Pediu para fazer aborto e conseguiu.É meus amigos não tente sentir sentimento de pena, porque ela era forte demais para ter tal sentimento sobre si. Foram anos casada e com 4 filhos. Quando morreu a família enterrou em uma cova de concreto puro. O marido só saiu do cemitério depois da obra pronta, afim de evitar curiosidades e ladrões de corpos. As faculdades de medicina ofereceram milhares de dólares e não conseguiram.

Respeito e admiração


quinta-feira, 9 de julho de 2020

Olha triste?


Eu sou daqueles cujo olhar nas fotos é quase sempre um parecer triste. Uma posse de melancolia que não pede permissão a ninguém - é só meu! Não quer dizer que seja de um todo ruim. Quem tem esse olhar carrega uma bagagem dentro de si; A dessa vida e a de outras vidas também... Que são por muitas vezes fotografadas por um descuido. Uma falha leve de quem registrou um segredo dentro de um mistério.

A alegria foi feita para ser conquistada e não compartilhada para qualquer um. Somos pessoas de um olhar que demonstra valor religioso para cada coisa que se registrou a sua frente. Não esquecemos fácil, porém não guardamos nada que não possa ser leve e levado para um dia de verão. Um olhar triste? Melhor tê-lo, do que moldar um que não é verdadeiro. Guardar-se muita força e resiliência em acreditar apenas em si, sem culpar a mais ninguém. Quem quer que cultive esse olhar, passa a ver a vida nas cores certas, em seus tons cinza ou nos mais vívidos, e no preto e branco também.


Acabou a pandemia?


Acabou a pandemia? – Não! Mil vezes não! Acontece, entretanto, que você não amarra as pessoas em casa por meses a fio. As duas coisas não coexistem juntas. Em 1918 morreram entre 50 e 100 milhões em três anos de pandemia, sabe o que é isso? É a mãe de todas as pandemias! A população ficou 9 meses em casa, depois foram trabalhar e viveram suas vidas. O Brasil teve 35 mil mortes. A pergunta que permeia o momento é se estamos banalizando as mortes. Se for sincero, direi que sim, estamos banalizando as mortes... Pergunta a qualquer pessoa da saúde com 30 anos de carreira, ela dirá que a morte faz parte da sua vida cotidiana, assim como qualquer policial, militar em guerra, donos de funerária, coveiros e uma gama enorme de pessoas que passam a ter o cenário como comum. Não é culpa de ninguém! Não é ser frio ou insensível. Tenho plena certeza que a morte pessoal e próxima de um parente dói uma enormidade para eles, para todos de igual maneira. Porém, os humanos possuem a capacidade de se adaptar as diversidades, e uma hora ele passa assimilar como “normal”. No documentário sobre os 15 anos de Guerra que tivemos, teve um momento que o cidadão comum, não se importava mais com nada. Desde que ele sobrevivesse mais um dia, estava ótimo. Não tente entender as pessoas sob sua ótica.


quarta-feira, 8 de julho de 2020

Qualidade


Por que devo usar máscara?


Use máscara. Use principalmente em ambientes públicos, ambientes desconhecidos ou em algum lugar que claramente não é higienizado. Use máscaras e álcool, não importa se é gel. Todos de 70% são eficazes. Mas, use porque quer. Use porque pensa no outro e na sua saúde. Só não faça como os outros que usando ou não, estão cheios de vírus da intolerância e contaminados pela soberba de julgar e críticar. Não tem álcool que limpe uma cabeça fechada e um coração duro e crítico. Se não quiser sair, tá coberto de sua razão. Se não quiser cumprimentar ou ir para uma praia, bar ou entrar em um ônibus, estará também correto. Só não coloque a máscara de faz de conta que é amigo ou amiga. Que entende os outros. Tem gente que sempre foi mascarado na vida e agora se encontrou no mundo perfeito. Já tinha nojo de pobre, o álcool é sua desculpa. Eu entendo todos os pontos de vistas. Até trabalhando já me senti admoestado pelos outros. Pelo receio deles. Mesmo ficando sem ar, óculos embaçado, com alergia gritando, tive que me acostumar, porque é para um bem público. Porém, não perdi minha noção que existe muita histeria e falsidade nisso. Como disse antes: A máscara veio para ajudar todas as pessoas, até as que vivem por trás dela

Pessoas diferentes, resultados diferentes


As pessoas são diferentes com resultados diferentes. Talvez a maior frustração seja isso mesmo. A nossa incapacidade de enxergar que cada pessoa vê a vida de uma forma. Agora mesmo, alguém deve tá tomando uísque 12 anos no sofá da sala, em frente a sua TV 52 polegadas. Essa pessoa pode estar feliz ou infeliz, porque tem tudo isso e não tem ninguém que confie para compartilhar. Por outro lado, outro alguém pode ter comido um pão com ovo, na sua residência lotada de filhos e uma esposa sorridente tagarela ao lado. Todas emoções possíveis somente aqui.
Nunca se sabe, até viver a vida do outro. A nossa, parece ser sempre a mesma coisa, só parece... Já vi gente segurando casamento com medo de ficar sozinha ou de perder seu patrimônio. Não faltarão motivos para ninguém descrever a sua própria história. Quando queremos muito que as pessoas se portem como desejamos, estamos perdendo tempo e vivendo uma longa frustração. Gente não sofre igual! Não sente saudade da mesma forma. Nem mesmo pensa ou ama como poderia. Começa a falar dentro da gente o ego. Que é um troço que só funciona para inflar nossa prepotência. Talvez nossas certezas sobre tudo. Ele quando não infla, inflama a alma, atiça a insegurança. Queremos controle, coisa que não existe! Não temos controle sobre os outros, mas vivemos vidas inteiras correndo atrás disso também.
Enfim, somos o que se resta da humanidade, tentando explicar e estabelecer regras para os outros.

quarta-feira, 1 de julho de 2020

O novo "normal".


Se você é um daqueles que sonha que a partir de um decreto tudo volta ao normal, sonha! Fica dormindo que a realidade não será esta! Tudo caminha para um prognóstico mais duro. Quem não poupou está falido. Quem poupou está quase quebrado, e os únicos que vão sair desta crise serão os que possuem a poupança e o extra em dinheiro. Ontem, 29/06 eu vi isso in loco. Uma empresa maior entrando em contato com o dono de uma sala que já existia uma empresa. O mais rico queria o ponto. O menor não conseguia nem pagar os alugueis atrasados. O dono do imóvel tomou a única decisão possível... Pediu despejo.
O mais rico poderia esperar para que o menor pudesse tomar a decisão normalmente? Talvez sim, mas ele não quis, tomou o caminho mais fácil. Atravessou o destino do outro. Tem sido assim em todo país. Em qualquer período negro da história industrializada da humanidade, pessoas e empresas prosperaram em cima da desgraça alheia. Alguns estão à espreita do melhor negócio. Só esperando surgir. O novo "normal" fará surgir à tona a parte mesquinha, preguiçosa, das pessoas. Você já deve ter reparado nisso quando viu supermercados abertos e Mini mercados fechados. Grandes redes de farmácia e fast fod lucrando e restaurantes familiares quebrando. Para a população um outro melhor tomará o lugar, não sentirão falta. Até porque, esses entregam em casa, dividem no cartão, possuem redes sociais transadas. Acontece quê: Uma pessoa de carne e osso estava à frente daquela pequena farmácia ou negócio, um ser insubstituível no coração daqueles que o ama. O novo "normal", não vai começar amanhã, e nem vai ficar restrito há um anúncio governamental. " O pico vai ser tal mês", não vai rolar assim. Vamos abrir e fechar. Recomeçar e desistir, talvez o Natal seja dentro de um isolamento social de araque. Igual como estamos vivendo. Gente que paga mil reais em um pedaço de pano e chama de Abadá. Nenhum ser humano atual tem suporte psicológico para isso. Não os nascidos na década 90.

Sobre alma


A contemplação da beleza

O vazio - Contemplando as estrelas - Sentimentos

Isso de ficar contemplando as cores, os quadros, a poesia ou a natureza, só é bom até certo ponto. Todo ser humano precisa de desafios. Principalmente para contemplar de fato suas realizações. É ótimo valorizar a beleza da natureza e das coisas, mas nos emocionamos muito mais quando conseguimos realizar algo. Há quem viva somente para subir em um topo de uma montanha e dizer: - Como é bonita a paisagem! Porém, o combustível foi o desafio e as dificuldades. Mais do que nunca, a diferença de uma vida com verdadeiro significado, estar em se ver incluso em todos os momentos; Nos nossos próprios e nos dos outros. Sentir que fez falta e ouvir que faz a diferença nas vidas das pessoas. Contemplação da vida é o hiato que precisamos entre uma queda e uma subida, é a pausa necessária para um descanso. A razão para se avaliar caminhos, mas nunca é o resultado de uma vida. Viver entre desafios deveria ser o nosso maior objetivo. Crescer acima tudo, mesmo que isso nos machuque. Perder mesmo que isso seja avassalador, nos ensina a valorizar as coisas na forma como foram conquistadas. Eu nunca consegui ficar olhando para o vazio, ou mesmo apreciando a natureza. Para mim a vida é feita como um relógio, não para! Não espera acontecer para seguir em frente. A alma precisa sentir que soma. Cria e realiza tarefas. Faz e desfaz caminhos. Não dá para simplesmente esperar o sol aparecer.