Crônicas do dia a dia, frases, pensamentos e curiosidades
quarta-feira, 15 de julho de 2020
A mulher de 4 pernas
quinta-feira, 9 de julho de 2020
Olha triste?
Eu sou daqueles cujo olhar nas fotos é quase sempre um
parecer triste. Uma posse de melancolia que não pede permissão a ninguém - é só
meu! Não quer dizer que seja de um todo ruim. Quem tem esse
olhar carrega uma bagagem dentro de si; A dessa vida e a de outras vidas
também... Que são por muitas vezes fotografadas por um descuido. Uma falha leve
de quem registrou um segredo dentro de um mistério.
A alegria foi feita para ser conquistada e não compartilhada
para qualquer um. Somos pessoas de um olhar que demonstra valor religioso para
cada coisa que se registrou a sua frente. Não esquecemos fácil, porém não
guardamos nada que não possa ser leve e levado para um dia de verão. Um olhar
triste? Melhor tê-lo, do que moldar um que não é verdadeiro. Guardar-se muita
força e resiliência em acreditar apenas em si, sem culpar a mais ninguém. Quem
quer que cultive esse olhar, passa a ver a vida nas cores certas, em seus tons
cinza ou nos mais vívidos, e no preto e branco também.
Acabou a pandemia?
Acabou a pandemia? – Não! Mil vezes não! Acontece,
entretanto, que você não amarra as pessoas em casa por meses a fio. As duas
coisas não coexistem juntas. Em 1918 morreram entre 50 e 100 milhões em três
anos de pandemia, sabe o que é isso? É a mãe de todas as pandemias! A população
ficou 9 meses em casa, depois foram trabalhar e viveram suas vidas. O Brasil
teve 35 mil mortes. A pergunta que permeia o momento é se estamos banalizando
as mortes. Se for sincero, direi que sim, estamos banalizando as mortes...
Pergunta a qualquer pessoa da saúde com 30 anos de carreira, ela dirá que a
morte faz parte da sua vida cotidiana, assim como qualquer policial, militar em
guerra, donos de funerária, coveiros e uma gama enorme de pessoas que passam a
ter o cenário como comum. Não é culpa de ninguém! Não é ser frio ou insensível.
Tenho plena certeza que a morte pessoal e próxima de um parente dói uma
enormidade para eles, para todos de igual maneira. Porém, os humanos possuem a
capacidade de se adaptar as diversidades, e uma hora ele passa assimilar como “normal”.
No documentário sobre os 15 anos de Guerra que tivemos, teve um momento que o
cidadão comum, não se importava mais com nada. Desde que ele sobrevivesse mais
um dia, estava ótimo. Não tente entender as pessoas sob sua ótica.
quarta-feira, 8 de julho de 2020
Por que devo usar máscara?
Pessoas diferentes, resultados diferentes
quarta-feira, 1 de julho de 2020
O novo "normal".
A contemplação da beleza









