segunda-feira, 17 de abril de 2017

A Cabana O Filme

17952718_1261942047188679_4791670468237260341_n

Estreou neste final semana o filme A Cabana. Homônimo do livro de maior vendagem de 2008. Nem vou negar que as minhas poucas lágrimas se juntaram às tantas outras que comigo foram assistir em uma sala de cinema. O público sabia o que lhe aguardava. Principalmente para quem leu o livro. O filme tentou ser fiel ao livro, tanto quanto pôde substituir o forte diálogo e complexo entendimento que o livro de Paul Young nos força a ter a cerca de Deus e suas diferentes faces.

Não foram os melhores atores de Hollywood que o fizeram. Nem a trilha sonora será digna das maiores do naipe de John Williams. Pouco importa que não figurará como indicado ao Oscar. O principal astro/ator é o MacKenzi, é a graça principal do filme. Um cara que não é herói. Não terminará com poderes especiais. Nem receberá da vida tudo de volta, só porque viu e falou com Deus. O milagre é apenas a cura de um relacionamento, rompido pela dor e pelo profundo vazio que toma conta das nossas vidas.
O MacKenzi que eu vejo é o cara que habita em cada um de nós. Sem heroísmo dos grandes filmes da Marvel. Sem a capa vermelha e visão de calor de um humano fictício. Ele não se dá super bem no final. Não fica rico.
Muito melhor que isso...
Ele se transforma à partir do que acredita.
A Cabana é um refúgio para os que não ouvem mais ELE.
É UM CHORO BAIXINHO E CONTIDO, PARA QUEM NÃO O SENTE MAIS.
Assistir o filme é sem dúvida duas horas perfeitas de reflexão. Não é para crianças. Não é para adultos se beijarem. Nem é para o religioso ir e se auto afirmar, achando ser capaz de entender tudo. A Cabana se não leu, não quer ajuda dos religiosos para se fazer explicar.
Vá pelo prazer que o livro dá.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

A mãe de todas as bombas

Homem no Egito surra as crianças de um orfanato

A vida e suas provações diárias, nos colocando em reflexão.

 

Em menos de um mês, cinco pessoas que eu conhecia, morreram. De infarto fulminante, foram quatro, sendo à última por suicídio.
Resolvi analisar cada uma e descobri que situações de crise nacionais a população sofre drasticamente na sua saúde física e psicológica.
Países como Japão pós guerra teve o número de mortes por suicídio elevado em 300%. Alemanha quase dobrou e na crise de 1930 das bolsas americanas, morria mais de um investidor dia, pulando de janelas e por infarto.
Não quer dizer que foram esses os motivos dessas mortes. Mas, nos coloca em situação de raciocinar as causas. lógico que a ciência vai dizer que infarto é causa natural. Para mim, não! Parece mais tragédia! Principalmente quando atinge pessoas que não estão no quadro de hipertensas, obesas e sedentárias. É uma razão de morrer sem direito a boa luta. Existem tantas outras que nos deixam barganhar... Eu me cuido e você me deixa viver mais um pouco.
Mas essas que nos levam sem briga, é covardia. Indelicada com a nossa missão que é viver intensamente.
Eu só acho que o medo de fracassar. O medo de errar e da falta de expectativa, nos mata mais lento e silenciosamente, do que qualquer outra coisa.
Sinto que em alguns casos dessas pessoas, parte disso foi real na vida delas.
O medo de não ter como atender as exigências do dia, da família e dos amigos, faz aquele que devia trabalhar por nós, sofrer mais rápido.
E consequentemente, sentimos pesar a mente, envoltos em preocupações.
A gente deveria ser forte, porém um simples repouso, um sussurrar da batida de um coração, silencia uma história inteira.
Sonho por um país melhor.
Com menos entusiasmo por políticos e mais preocupações com o povo brasileiro de modo geral.